quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Carro Chinês vendido no Brasil por 24 mil reais custa 10 mil no Chile.



Isto mesmo: R$10.700,00 é quando custa o Chery QQ no Chile. Você ainda pode dar R$3.200,00 de entrada e parcelar o restante em 36 meses pagando R$348,00 por mês e com garantia de 3 anos!

Aqui no Brasil esse mesmo carro, importando da China como também é no Chile Custa R$24.000,00! Duas vezes mais caro e ainda sobra troco.

Qual a mágica para os chilenos comparem o mesmo carro pagando menos da metade do que pagam os brasileiros? Para os ignorantes que vão falar que o Chile é pobre e o povo ganha menos, daí o carro custar menos, o salário mínio no Chile hoje é de 172.000,00 pesos chilenos equivalente em reais a R$615,00. O Nosso salário mínimo é R$545,00
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E dizem que não tem dinheiro para a saúde e querem criar ou voltar a CPMF. Como não tem dinheiro? Tudo aqui no Brasil é no mínimo o dobro do que custa lá fora e não tem dinheiro? Para onde vai o outro Chery QQ que os brasileiros estão pagando? Quem está ficando com o nosso dinheiro? Por que os políticos e quem lida diretamente com o Governo cada vez fica mais rico? Pensem brasileiros. Até quando vamos suportar esses canalhas pilhares a riqueza do nosso País?

R$699,00 - Novo valor do Xbox fabricado no Brasil a partir de setembro 2011: O preço baixou mas ainda é mais caro que lá fora.

Por R$699,00 nos Estados Unidos daria para comprar 3 Xbox!
A Incomp, distribuidora oficial do Xbox 360 no Brasil, confirmou que o Xbox 360 passará a custar R$ 699 no Brasil, em seu modelo mais simples, o de memória interna de 4GB. A versão com HD de 250GB, por sua vez, cai para R$ 999. Antes, os pacotes custavam R$ 1.299 e R$ 1.599, respectivamente.

A redução de preço se deve ao fato de o videogame passar a ser fabricado aqui no Brasil. A Microsoft ainda não comenta o assunto oficialmente, nem dá detalhes, como quem é a fábrica responsável pela produção do console.

Outra novidade é a chegada do pacote contendo o console em sua versão com 250GB de capacidade de armazenamento e o sensor de movimentos Kinect. Este pacote é oferecido ao público brasileiro por R$ 1.299.

Segundo Andréia Andrade, vendedora da Incomp, os preços passam a valer a partir deste mês de setembro, mas não soube dizer em que dia exatamente. Posteriormente, um funcionário da Incomp procurou a equipe de reportagem de UOL Jogos, dizendo que a informação foi revelada antes do momento previsto para o anúncio.

Para efeito de comparação, o PlayStation 3 é vendido atualmente no país por R$ 1.399, em versão com disco rígido de 160GB, enquanto o PlayStation 2 sai por R$ 699. Por sua vez, o Wii, da Nintendo, é vendido por cerca de R$ 800 no país.

Questionada por UOL Jogos sobre as medidas da Microsoft, a Sony disse que não comenta assuntos relacionados a outras empresas e que não possui nada a declarar com relação à possibilidade de fabricação do PS3 no Brasil. Sobre o preço do console, a companhia reiterou que manterá a queda do preço do PlayStation 3 para R$ 1.399 até dia 31 de outubro.

Resposta similar foi dada pela Nintendo, que disse não ter nada para anunciar no momento, tanto com relação a uma possível queda de preço do Wii, como sobre a chance de fabricar o aparelho no Brasil.

Já Marcos Khalil, sócio fundador da UZ Games, maior rede de lojas do país, acredita que "o aumento de vendas vai ser gigante, chegando a ultrapassar 10 vezes o volume de vendas atual". "É a primeira vez que temos uma redução tão drástica de preço em um console", acrescenta Khalil.

Ações no Brasil

A diminuição de preço do Xbox 360 não é a única novidade da Microsoft para o Brasil. Em agosto, vários jogos tiveram seus valores reduzidos, casos de "Gears of War" e "Gears of War 2", que custam R$ 69 e R$ 79, respectivamente.

Por falar em "Gears of War", o terceiro episódio da série, que tem lançamento marcado para 20 de setembro, também chega ao nosso país com preço diferenciado: R$ 129.

Polícia Civil-MG envolta em mais um escândalo


Denúncia grave veiculada no Jornal da Alterosa no dia 01/06/2011 envolvendo mais uma vez o Detran-MG, Policiais Civis e a Conivência do Governador Antonio Anastasia que como chefe derradeiro da Polícia Civil teria de tomar uma providência urgente.

Se a Polícia que seria para nos desfender desse tipo de irregularidade está metida até o pescoço nesse lamaçal de corrupção, coação, perseguissão, ocultamento, conivência e tudo mais que se possa imaginar de errado, para quem o cidadão vai apelar?

Vistoria incompleta em veículos novos pode estar lesando milhares na compra do carro zero

Patrícia Moser - TV Alterosa
Publicação: 01/06/2011 20:14 Atualização:
http://www.vrum.com.br/app/301,19/2011/06/01/interna_noticias,43942/vistoria-incompleta-em-veiculos-novos-pode-estar-lesando-milhares-na-compra-do-carro-zero.shtml

Funcionário do Detran afirma que vistorias feitas em concessionárias de veículos novos não são realizadas de acordo com a lei. Essa denúncia está sendo investigada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Milhares de pessoas estariam sendo lesadas na compra de carro zero.

Por quatro anos, Lucas do Anjos foi responsável pela verificação de originalidade dos veículos no Detran do bairro Gameleira, em Belo Horizonte. Ele afirma que as vistorias feitas nas concessionárias por despachantes contratados é incompleta. Isso faz com que muitos consumidores levem para casa carros com problemas de identificação.

“Pode ser motor sem número, remarcado, adulterado ou com chassi adulterado. Você compra um carro achando que é 1.8, o carro vem 1.6”, afirma Lucas.

Clique na imagem para ver o vídeo

Cobrança ilegal

Se o problema não for identificado na hora da compra, o consumidor não consegue vender o veículo futuramente e ainda pode ser responsabilizado pelo erro. Além de tudo isso, o serviço feito nas concessionárias é mais caro.

Enquanto no Detran a taxa de vistoria é de cerca de R$ 106, nas revendedoras, há uma tarifa adicional de R$ 250. Segundo o delegado regional da federaçao nacional dos despachantes públicos, Antônio Lúcio da Silva, a cobrança é ilegal.

Atentados


Essa e outras denúncias de irregularidades nas vistorias e na emissão de documentos de veículos estão sendo investigadas pelos deputados estaduais. Está marcada para a quinta-feira da semana que vem uma audiência pública na Assembleia, onde serão reveladas algumas conclusões dessa investigação. Foram convidados, além dos despachantes, os representes das concessionárias e do Detran.

O funcionário Lucas dos Anjos conta que depois que começou a denunciar irregularidades, sofreu quatro atentados. Em um deles, foi baleado na perna. “Não vou permitir que essa sujeira, essa lama que desce lá de cima venha ameaçar minha família. Não vou me permitir ser humilhado por essa corja que administra mal e quer punir todos que apontam os erros deles”, afirma.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Governo de Minas abusa de propaganda dele próprio


O Governador de Minas Gerais Antonio Anastasia reclama que o estado não tem recursos para varas obras, não tem dinheiro para pagar dignamente os professores, transportes etc.
Então porque em todo intervalo da TV tem propagado do “Governo de Minas”? Neste feriado de 7 de setembro em um único intervalo do Jornal da Alterosa 2ª. Edição passou 4 comerciais do Governo de Minas.

Para que gastar tanto dinheiro para divulgar o que o Governo de Minas tem a obrigação de fazer? Basta fazer que a população vai perceber e não vai reclamar.
A autopromoção com o meu dinheiro, o seu dinheiro, resultado dos altos impostos que pagamos na gasolina, na conta de luz, na compra do leite, no IPVA e outros, deveria ser condenada, proibida, e não gastar milhões de reais em anúncios no horário nobre.

Trabalhamos 30 dias pegando ônibus, metrô, nosso carro nessas ruas engarrafadas de Belo Horizonte/Contagem ou mesmo à pé para o Governador ficar gastando na mídia com propagando do que ele tem obrigação de fazer. Cada dia sinto mais indignação com a falta de ética dos políticos.

Polícia Mineira: Tortura e Abuso

"Com o primeiro elo forja-se a corrente. A primeira palavra censurada, a primeira idéia proibida, a primeira liberdade negada, nos encadeia a todos sem remédio."
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O Delegado não sabia?

incompetência
Significado:

s.f. Falta de competência.
Ausência de conhecimentos suficientes.
Inabilidade, ignorância.

cúmplice
Significado:

adj. e s.m. e f. Que ou quem participa do delito, do crime de outro.
Fig. Que ajuda, favorece.
Comparsa.

omissão
Significado:

s.f. Ato ou efeito de omitir.
Falta, lacuna.
Falta de ação no cumprimento do dever; inércia; desídia.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Brasil para Ricos: Produtos fabricados no país custam o dobro dos outros países

Como explicar isso: A TV é fabricada no Brasil na ZonaFranca de Manaus e custa mais que o dobro da mesma TV vendida no Chile que não produz TV. O Chile importa a TV, paga frete e ainda consegue vender por menos da metade da mesma TV no Brasil. Como se explica isso?

Eles acham que somos ricos porque aqui tudo é muito caro. O Brasil está se tornando o País mais caro do mundo.
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TV LCD 40 Polegadas Chile:
R$861,00
Valores em Reais
Valores em Pesos Chilenos

TV LCD 40 Polegadas Brasil:
R$1.709,10

Diferença:

R$848,05

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mazda2 motor 1.5 por R$ 23 mil no México

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No Brasil deverá custar mais de R$40 mil. Você paga um carro pra Montadora e outro pro Governo, em impostos. Se financiar vai pagar 3 carros, um para o Banco. Todo mundo sai ganhando nas suas costas: Otário!

O compacto Mazda2 começou a ser vendido no México, e será o novo modelo de entrada da marca no país. O veículo mantém os valores fundamentais da Mazda, batizados pela fabricante japonesa como Zoom-Zoom – slogan que é explicado pela marca como a emoção que é transmitida ao se dirigir um de seus modelos.

A versão de entrada do compacto – Sport manual – parte de 179.990 pesos, cerca de R$ 23 mil. O Mazda2 será oferecido ainda na versão Touring, que custará 199.990 pesos, cerca de R$ 25 mil, com câmbio manual, e 209.990 pesos, aproximadamente R$ 27 mil, com transmissão automática.

O Mazda2, conhecido no Japão como Demio, já está em sua terceira geração – foi lançado em 1996 –, compartilha a mesma plataforma do novo Ford Fiesta e terá concorrentes como o Seat Ibiza e o Suzuki Swift no mercado mexicano. O compacto japonês será equipado com um motor 1.5 litro de quatro cilindros, capaz de entregar 102 cv de potência.

A chegada do Mazda2 completa a gama oferecida pela marca japonesa naquele país, onde o consumidor pode adquirir os modelos Mazda3, Mazda5, Mazda6, MX-5, CX-7 e CX-9. A marca está presente no México desde 2005, e teve crescimento de 33% nas vendas em 2010. A Mazda irá investir US$ 500 milhões, cerca de R$ 800 milhões, na fábrica que construirá no país. A unidade começará a operar em 2013 e produzirá os modelos Mazda2 e Mazda3, num regime de 140 mil unidades por ano, quando já estiver trabalhando a plena capacidade.

A Mazda também retornará ao Brasil, onde está ausente desde o ano 2000. A princípio, os modelos nipônicos chegarão ao Brasil já em 2012, importados diretamente do Japão pela própria marca. Os modelos que chegarão ao país ainda não foram especificados, mas a linha será complementada pelas unidades mexicanas em 2013 quando a produção de lá começar.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Com etanol tão caro quanto a gasolina, Brasil entra na contra-mão dos carros elétricos

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Enquanto o Brasil festeja as recentes descobertas de grandes reservas de combustíveis fosseis, o mundo se prepara para a revolução elétrica. Estamos sim alguns passos atrás no desenvolvimento e implementação de tecnologias de energias renováveis no setor automobilístico.

O Petróleo tem seus dias contados na movimentação da frota mundial, e não sem razão: Além do aquecimento global, emissões de CO2 e outros gases nocivos, sua extração além de dispendiosa é um alto risco ao meio ambiente, como pudermos ver recentemente no desastre ecológico no Golfo do México (BP) entre outros igualmente importantes. Mas a substituição pelo etanol também gerou críticas desde o início, principalmente considerando-se que sua produção ocupa espaços gigantescos de plantio, em detrimento da produção de alimentos.

Como resposta surge o carro elétrico. Não emite gases, não faz barulho, usa energia renovável e precisa de incentivo em seu desenvolvimento. Mas isso não é o problema em sua implementação, ela é político-econômica.

Veículos elétricos podem ser a bateria, alimentada a partir da rede elétrica, ou híbridos. Estes contam com um gerador, a bordo, que fornece a eletricidade requerida pelo motor. Esse gerador é acionado por um motor de combustão interna, que pode consumir exclusivamente gasolina, diesel, biodiesel, etanol ou gás ou pode ser acionado por um motor flex. Qualquer que seja o motor de combustão interna que aciona o gerador, o veículo híbrido equipado com esse motor será mais econômico do que um veículo convencional acionado pelo mesmo e suas emissões nocivas substancialmente menores.


Como um país que descobre gigantescos poços de petróleo recentemente irá incentivar o uso dessa tecnologia? Para não perder o contrôle dessa nova onda tecnológica, o governo, dividido sobre a conveniência de dar incentivos aos carros elétricos, avalia a possibilidade de as novidades tecnológicas viabilizarem o nascimento de uma montadora nacional, nos moldes de uma Embraer, a Empresa Brasileira de Aeronáutica. Carros elétricos estatais.

No final de Maio o presidente Lula suspendeu a divulgação de um pacote de incentivos aos carros elétricos pouco antes da cerimônia por causa das divisões no governo sobre o tema. Os ministérios da Fazenda, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia defendem as medidas, mas o Ministério do Desenvolvimento teme que os incentivos possam prejudicar a competitividade do etanol e do biodiesel brasileiros.

Enquanto isso, outros países aceleram rumo ao elétrico: A China revelou semana passada detalhes de seu programa de subsídio aos veículos ecológicos, que é projetado para impulsionar a indústria automobilística do país e diminuir as emissões dos veículos.

Segundo o programa, o subsídio de até 60 mil yuans (US$ 8.784) será concedido aos compradores de veículos totalmente elétricos em cinco cidades selecionadas para o programa piloto, disse o Ministério das Finanças em um comunicado. Os compradores de carros híbridos receberão no máximo 50 mil yuans (US$ 7.320) como subsídio. As cidades selecionadas são Shanghai, Changchun, Shenzhen, Hangzhou e Hefei. A China é o maior mercado automobilístico do mundo.

A Toyota afirmou no mês passado que vai assumir uma participação de 50 milhões de dólares da fabricante de carros elétricos Tesla Motors, além de cooperar no desenvolvimento de veículos elétricos, peças e sistemas de produção.

A General Motors (GM) anunciou a criação de uma subsidiária para investir em empresas que estejam desenvolvendo novas tecnologias para o setor automotivo. Batizada de GM Venture, a subsidiária terá capital inicial de US$ 100 milhões e irá explorar novas áreas como a de tecnologia de baterias, na qual a GM entrou totalmente com seus planos de produzir até o fim do ano o Chevrolet Volt, um carro elétrico recarregável.

Isto sem falar nas outras montadoras como BMW, Fiat, Mitsubishi…. todas mirando a produção de elétricos e não sem motivo: o carro elétrico é hoje a solução ambiental mais correta.

No Brasil engatinhamos em incentivos aos carros elétricos com medidas desconectadas em nível nacional, vejamos o que dispomos hoje no setor com relação ao IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores para veículos elétricos:

Em sete Estados os proprietários de veículos movidos a motor elétricos (ou de força motriz elétrica) são isentos do IPVA:

Ceará (Lei 12.023 – art. 4, IX – veículos movidos a motor elétrico)
Maranhão (Lei 5.594 – art. 9, XI – veículos movidos a força motiz elétrica)
Pernambuco (Lei 10.849 – art. 5, XI – veículo movido a motor elétrico)
Piauí (Lei 4.548 – art. 5, VII – veículo movido a motor elétrico)
Rio Grande do Norte (Lei 6.967 – art. 8, XI – veículos movidos a motor elétrico)
Rio Grande do Sul (Lei 8.115 – art. 4, II – … de força motriz elétrica)
Sergipe (Lei 3.287 – art. 4, XI – veículos movidos a motor elétrico)

Veículos elétricos têm alíquota do IPVA diferenciada em três Estados:

Mato Grosso do Sul (Lei 1.810 – O art. 153 prevê a possibilidade do Poder Executivo reduzir em até 70% o IPVA de veículo acionado a eletricidade)
Rio de Janeiro (Lei 2.877 – O inciso IV do art. 10 estabelece a alíquota de 1% para veículos que utilizem energia elétrica, alíquota essa 75% inferior à dos automáveis a gasolina)
São Paulo (Lei 6.606 – O inciso III do art. 7 estabelece a alíquota de 3% para automóveis de passeio, de esporte, de corrida e camionetas de uso misto movidos a eletricidade, alíquota essa 25% inferior a dos automóveis a gasolina)

Malandragem no Cigarro

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Cartão no Marlboro esconde mensagem sobre malefício do cigarro

A empresa Philip Morris, fabricante do Marlboro, tem maquiado a mensagem do Ministério da Saúde a respeito dos malefícios do cigarro que deve estar obrigatoriamente na traseira da embalagem.

Por meio de um cartão que vem acoplado aos maços do Marlboro vermelho, o consumidor pode, facilmente, esconder as fortes imagens e frases sobre os perigos acarretados pelo fumo.

Um dos lados do cartão traz a mensagem regular. Ao virá-lo, no entanto, o consumidor vê uma propaganda que contém uma versão reduzida da advertência padrão que, por lei, deve cobrir toda a traseira do maço.

Procurada pela Folha, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou não ter conhecimento deste caso, mas afirmou que a prática é proibida.

A agência diz que analisará a irregularidade e, se for o caso, aplicará as sanções previstas em lei, que vão de multa a apreensão do produto.

Procurada, a Philip Morris preferiu não se pronunciar.

Segundo a Anvisa, essa prática já foi utilizada anteriormente, e a empresa --cujo nome não foi divulgado pela agência-- foi autuada.

Segundo o médico e colunista da Folha Drauzio Varella, as advertências nos cigarros são importantes e qualquer tentativa de escondê-las é um crime.

"Estudos mostram que os avisos são eficazes", diz Varella. "Mesmo que não impeçam as pessoas de fumarem, pelo menos as informam."

Boa notícia para o etanol: Cana-de-açúcar resfria o clima


Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima.

O estudo, publicado neste domingo na segunda edição da revista Nature Climate Change, nova publicação do grupo editorial britânico, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao espaço.

O trabalho, liderado por Scott Loarie, procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro.

Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.

“Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com
a da vegetação natural”, disse Loarie.

“Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local”, destacou.

Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º C.

Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.

O artigo Direct impacts on local climate of sugar-cane expansion in Brazil (doi:002010.1038/nclimate1067), de Scott Loarie e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Climate Change em www.nature.com/nclimate.

Vai faltar ETANOL? Mistura de etanol cai para 20% a partir de 1º de outubro



O que não dá para entender é como em plena safra, etanol atinge o maior valor em oito anos. Como ainda queremos abastecer o mundo com etanol quando nem o Brasil conseguimos??? Relincha para nao surtar.

O governo decidiu nesta segunda-feira reduzir de 25% para 20% o teor de álcool anidro misturado à gasolina vendida nos postos do país. A medida será tomada para tentar evitar a falta de etanol no mercado --o preço do combustível tem aumentado muito nas últimas semanas.

Ou seja, o governo espera que, com mais álcool no mercado --já que o percentual de mistura obrigatório na gasolina irá diminuir--, não haja risco de desabastecimento. Ao mesmo tempo, espera-se redução no preço do litro da gasolina.

Segundo o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a medida passa a valer a partir do dia 1º de outubro, enquanto for considerada necessária pelo governo para evitar escassez.

"Temos que garantir o abastecimento para esse ano e para o próximo. Sabemos se a safra do próximo ano não será muito melhor que a atual", afirmou o ministro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Mendes Ribeiro (Agricultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Lobão afirmou ainda que a Fazenda deve anunciar nos próximos dias medidas de financiamento e desoneração para o setor de etanol.

A medida ocorre apos a ampliação da importação do produtos dos EUA. No No mesmo sentido, em abril o governo já havia decidido alterar o intervalo percentual de álcool anidro que permitido adicionar à gasolina. Por meio de medida provisória, foi estabelecido o piso de 18% e o máximo de 25% de adição, regra que alterou o intervalo de 20% a 25% em vigor até então.

Com isso, se achar necessário, o governo poderá reduzir ainda mais, para até 18%, o percentual de álcool na gasolina.

ENTENDA

Com o aumento do preço do álcool combustível (hidratado), o consumidor que tem carro flex migrou para a gasolina. A maior demanda pelo derivado de petróleo exigiu volume maior de anidro, cujo preço disparou.

O governo prevê que o menor percentual de anidro reduza seu preço e, por consequência, o da gasolina.

Banco do Brasil comprará ações do Banco Patagonia até 5 de outubro

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O Banco do Brasil recebeu autorização da Comisión Nacional de Valores (CNV, a comissão de valores mobiliários da Argentina) para realizar a oferta pública de aquisição de ações (OPA) do Banco Patagonia, por causa da compra do controle acionário da instituição.

A operação será realizada entre os dias 1º de setembro e 5 de outubro. O preço de aquisição das ações das classes A e B será de US$ 1,314, descontado o dividendo de US$ 0,3346500775 já pago, referente ao exercício de 2010.

O valor será convertido e pago em pesos argentinos conforme a taxa de câmbio indicada no prospecto da oferta.

AQUISIÇÃO

O Banco do Brasil deve pagar US$ 479,6 milhões (cerca de R$ 839 milhões) pelo controle do banco Patagonia, a sexta maior instituição financeira da Argentina, com ativos de US$ 2,56 bilhões.

O pagamento por 51% do capital social do banco argentino será feito em parcelas, sendo 5% do total depositado no momento da assinatura do contrato e 35% após a transferência das ações para o BB. Outras quatro parcelas serão pagas nos em 2011 e 2012.

A diretoria do Banco do Brasil afirma que chegou a esse preço tendo em vista "as perspectivas de rentabilidade futura e o fluxo de caixa descontado do Banco Patagonia, devidamente ajustados pela conjuntura econômica atual".

Produção de iPad no Brasil deve atrasar, diz Mercadante

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou nesta segunda-feira que as negociações com a Foxconn para produção de tablets da Apple no Brasil estão indo bem, e que eventuais atrasos na produção são explicados pelo fato de a empresa não ter, até o momento, nenhuma linha de produção fora da China.

A demora na vinda de alguns funcionários qualificados para a fábrica e atrasos em obras de infraestrutura na cidade paulista de Jundiaí (58 km de SP) foram algumas das causas do adiamento da produção, afirmou Mercadante. Segundo ele, o lançamento do Iphone produzido no Brasil deverá acontecer em setembro, mas que o Ipad deverá sair depois.

Na semana passada, o Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí já havia dito que a produção de iPads no Brasil deve começar somente em 2012. Segundo (SP), o tablet da Apple não será mais produzido a partir de setembro deste ano na fábrica da Foxconn da cidade, como havia sido anunciado.

Na ocasião, A assessoria da Foxconn não divulgou data para o início da produção e afirmou que as atividades prosseguem "dentro do esperado".

A Prefeitura de Jundiaí informou que concluiu a construção da alça de acesso à fábrica, e que não há pendências de infraestrutura na cidade para a produção da Foxconn.

Mercadante reforçou que 25 empresas já pediram autorização para produção de tablets no país e que nove já foram autorizadas a começar a fabricação dos aparelhos.

O ministro participou nesta segunda-feira de uma partida simultânea de xadrez entre o russo Garry Kasparov e 13 adversários. O evento foi organizado pela Semp Toshiba.

Lobby das Empresas de Ônibus sabotam ampliação do metro de Belo Horizonte

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Sistema de BRT faz revolução com ônibus na Colômbia???

Transporte coletivo colombiano se tornou modelo ao combater informalidade, embora alcance da demanda de passageiros ainda seja limitado. Operação serve como exemplo para BH

Embarcar num “colectivo” vazio numa das ruas da capital colombiana em horário de pico é praticamente uma aventura. Entre uma imensidão de táxis amarelos, nada menos que 16 mil vans, micro-ônibus e ônibus de carrocerias rústicas, com pouco conforto e montados sobre chassi de caminhão, disputam a preferência dos passageiros, num emaranhado de linhas permissionárias que quase beira o caos. Quase, não fosse o projeto Transmilenio. Implantado em 2000, o sistema Bus Rapid Transit (BRT, sigla em inglês para ônibus de trânsito rápido) tem revolucionado a mobilidade na congestionada metrópole de quase 11 milhões de habitantes a partir da necessidade básica de regular e controlar o transporte coletivo. “Antes o sistema era totalmente informal, sem análises de demanda, componentes técnicos e dispersão de operadores. Não havia responsabilidade com os usuários e o que importava era o pagamento da tarifa”, lembra Fernando Rojas, subgerente da empresa Del Tercero Milenio, responsável pela manutenção do sistema.

Nesse meio tempo, quatro mil “colectivos” foram substituídos por ônibus convencionais, articulados e biarticulados, tirando milhares de carros das ruas e aliviando os impactos do rodízio imposto pela Alcadia Maior, instituição equivalente a uma prefeitura. A nova frota, composta por modelos produzidos pelas encarroçadoras brasileiras Busscar, Comil e Superpolo (joint-venture entre o grupo local Fanalca e a gaúcha Marcopolo), opera diferentes tipos de linhas integradas, onde por meio de cartão se paga uma tarifa de 1.700 pesos colombianos, equivalente a US$ 0,96, para ir de um ponto a outro de Bogotá. Não há cobradores nem dinheiro nos ônibus, o que, somado ao intenso policiamento, elimina a possibilidade de não se pagar a passagem.

CONTROLE Entre bairros, terminais e estações-ponto dos corredores do BRT rodam os ônibus alimentadores, identificados pela cor verde. Mas as estrelas da operação são os enormes ônibus troncais vermelhos, com capacidade de 160 a 220 passageiros. Esses articulados ou biarticulados percorrem as pistas exclusivas em seis avenidas numa velocidade limitada a 60 km/h, sendo monitorados por um centro de operações. “Hoje atendemos 30% da demanda, mas pretendemos alcançar 100% dos passageiros de ônibus nos próximos dois anos”, planeja Rojas.

TERCEIRA FASE Para alcançar o objetivo, o Transmilenio ainda depende da terceira fase de implantação. São 32 novos quilômetros de pistas rápidas que serão acrescentadas aos atuais 84 quilômetros até janeiro de 2012. Nove operadores e 360 ônibus zero quilômetro, dos quais 200 biarticulados, e novos alimentadores de piso baixo e motor traseiro entrarão no sistema, o que significa que dezenas de empresas proprietárias de “colectivos” terão que se fundir ou vender a obsoleta frota de até 20 anos de idade para participar do BRT. Do outro lado da frota, os primeiros articulados a entrar no sistema, há exatos 11 anos, ganharam dois anos de sobrevida devido às condições de uso. “Não faria sentido sucateá-los, uma vez que esses ônibus estão em bom estado”, defende o gerente de estratégia e marketing da Marcopolo, Walter Cruz.

Coincidência ou não, esses velhos guerreiros do Transmilenio têm exatamente a mesma idade dos 12 articulados de Belo Horizonte. A diferença entre nós e eles é que, na capital mineira, esses ônibus devem ser retirados de circulação em breve, em detrimento da preferência dos empresários mineiros pelo rentável (e nada cativante) ônibus de motor dianteiro, aquele montado sobre chassi de caminhão.

NÚMEROS DA FASE 2 DO BRT

1 - Centro de controle
520 - ônibus alimentadores
1.257 - ônibus articulados
10 - ônibus biarticulados
7 - Terminais
107 - Estações-ponto
2 -Pátios de estacionamento
14 - Empresas operadoras


(*) O jornalista Bruno Freitas do Estado de Minas viajou a convite da Marcopolo

Estudo vincula consumo de chocolate a redução de 30% em doenças cardíacas


O consumo de chocolate em grandes quantidades pode estar associado a uma redução de um terço nos riscos de desenvolvimento de certas doenças cardíacas, segundo um estudo britânico.

O estudo, publicado na revista científica British Medical Journal, confirma resultados de investigações anteriores sobre o assunto que, de maneira geral, encontraram evidências de um possível vínculo entre o consumo de chocolate e a saúde do coração.

Os autores enfatizam, no entanto, que é preciso fazer mais testes para saber se o chocolate realmente causa essa redução ou se ela poderia ser explicada por algum outro fator.

A equipe da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, apresentou seu trabalho no congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, nesta segunda-feira, em Paris.

Investigação

Vários estudos recentes indicam que comer chocolate teria uma influência positiva sobre a saúde humana devido às propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do alimento. Segundo esses estudos, o chocolate teria o poder de reduzir a pressão sanguínea e melhorar a sensibilidade do organismo à insulina (o que ajudaria a evitar a diabetes).

Entretanto, ainda não está claro de que forma o chocolate afetaria o coração.

Em uma tentativa de esclarecer a questão, o pesquisador Oscar Franco e seus colegas da Universidade de Cambridge fizeram uma revisão em grande escala de sete estudos sobre o assunto envolvendo 100 mil pessoas, com e sem problemas no coração.

Os especialistas estavam particularmente interessados em avaliar os efeitos do consumo de chocolate sobre ataques cardíacos e acidentes vasculares.

Em cada estudo, a equipe comparou o grupo de participantes que comia a maior quantidade de chocolate ao resultado do grupo que comia a menor quantidade do alimento. Para evitar distorções, a equipe levou em conta diferenças de metodologia e qualidade dos estudos.

Cinco estudos encontraram uma associação positiva entre índices mais altos de consumo de chocolate e um menor risco de problemas cardiovasculares.

"Os índices mais altos de consumo de chocolate foram associados a uma redução de 37% em doenças cardiovasculares e uma redução de 29% na incidência de derrames em comparação aos índices mais baixos (de consumo)", os autores escreveram.

Não foram encontradas evidências significativas de redução em casos de falência cardíaca.

Os estudos não especificaram se o chocolate ingerido era meio-amargo ou ao leite. Entre os alimentos consumidos pelos participantes estavam barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas contendo chocolate.

Segundo a equipe britânica, as conclusões do estudo precisam ser interpretadas com cautela, porque o chocolate vendido comercialmente é altamente calórico (contendo cerca de 500 calorias por cada cem gramas) e sua ingestão em grandes quantidades poderia resultar em ganho de peso, o que aumentaria os riscos de diabetes e doenças cardíacas.

Entretanto, os especialistas recomendam que, dados os benefícios do chocolate para a saúde, iniciativas para reduzir a quantidade de gordura e açúcar nos produtos deveriam ser exploradas.

domingo, 28 de agosto de 2011

A Mulher do Ministro

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Sem Comentários... Para ela isto é normal...

Em tempos de orçamento curto, o município de Glória, na Bahia, é um canteiro de obras com dinheiro federal. O segredo? A prefeita é a mulher do ministro das Cidades.

A estrada que liga Aracaju, em Sergipe, ao município de Glória, no norte da Bahia, é uma coleção de buracos. Os 280 quilômetros não são vencidos em menos de quatro horas. A exceção é um trecho de 32 quilômetros, reformado, que passa pela entrada de Glória. Até as placas de acesso a Glória estão tinindo de novas. Glória tem um balneário na beira do Rio São Francisco, que está em reforma. Na “prainha” serão erguidos cinco quiosques, para os quais o Ministério do Turismo destinou quase R$ 1 milhão. Também custarão R$ 1 milhão a ciclovia e a pista de cooper de 4 metros de largura, da entrada da cidade ao balneário. A Praça da Juventude, um projeto do Ministério dos Esportes, com quadras, anfiteatro, salas e pista de skate, está orçada em R$ 1,5 milhão. Nada disso estaria acontecendo, segundo a prefeita Ena Vilma Negromonte (PP), sem a ajuda “de Mário”. Mas que Mário? Mário Negromonte, seu marido e ministro das Cidades.
46% da população acha a administração da prefeita ruim.

Como deputado federal até 2010, Negromonte fez emendas ao Orçamento da União para a cidade governada por sua mulher. Neste ano, os ministérios do Turismo e das Cidades, agora tocado por Negromonte, liberaram 100% dos valores acertados nos convênios. As verbas destinadas a Glória passaram incólumes ao corte de R$ 50 bilhões no Orçamento, que tirou R$ 8,5 bilhões do Ministério das Cidades. Poucos municípios tiveram a mesma sorte. Com 15 mil habitantes, Glória tem ruas pequenas e malconservadas, onde há pouca movimentação de comércio. Nas esquinas, há placas de “Pare” novinhas. Só faltam carros para obedecê-las. Metade da população é pobre. “Nada foi feito na área de saúde. Convênios foram cancelados por falta de pagamento”, diz o vereador Alex Almeida (PTN).

A prefeita Ena Vilma é uma dentista aposentada de 60 anos, casada há 34 com Negromonte, mãe de três filhos e avó de uma menina de 9 meses. Ela foi derrotada duas vezes antes de virar prefeita. Eleita, carrega a fama de ficar pouco na cidade, apesar de manter uma casa alugada. “Aquilo é fachada”, diz o ex-prefeito José Policarpo. A casa da família Negromonte fica em Paulo Afonso, um município vizinho e distante 10 quilômetros. Na última quinta-feira, Ena Vilma estava em Glória e recebeu a reportagem de ÉPOCA em seu gabinete.“Se você viesse à tarde, não me encontraria porque eu gosto da zona rural. Ando por aí”, diz. “Ontem, se você viesse, não me encontrava. Peguei uma virose. Estava péssima.” Na aparência, Ena Vilma estava ótima. “Jura? Ah, deve ser o blushizinho.” Ela é uma senhora esguia e alta. Seus cabelos bem cuidados e a maquiagem combinam com os óculos Chanel e a bolsa Louis Vuitton.

Responsável pela liberação de recursos para as obras, a Caixa Econômica Federal afirma que os projetos em Glória estão no início e vêm sendo pagos de acordo com o andamento das obras. O empreiteiro, no entanto, reclama. “Era um bom negócio e está ficando inviável”, diz José Moreira Pinto Netto, proprietário da Caaba Engenharia. Pelo menos a Caaba pode ter a esperança de ganhar com a escala. A empresa executa as quatro obras feitas na cidade com verbas federais. A Caaba venceu três licitações. O secretário de Obras, Francisco Alves de Araújo, diz que a TCLOC, empresa ganhadora da licitação da Praça da Juventude,“terceirizou ou fez uma parceria” com a Caaba.

Glória se prepara para um crescimento em ritmo chinês. No dia 7 de junho, a prefeitura contratou por R$ 205.965 a Evereste Consultoria e Marketing para elaborar o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano. “Precisamos saber para onde Glória vai crescer”, diz Ena Vilma. A Evereste pertence ao veterinário Antonio Almeida Júnior, aliado de Negromonte. Atual diretor de Desenvolvimento da Secretaria da Agricultura da Bahia, ele já ocupou cargos públicos por indicação de Negromonte.

Enquanto Glória progride, o Ministério das Cidades traz dissabores a Negromonte. Em oito meses de gestão, ele ainda não conseguiu nomear seus assessores. Seu ministério foi o mais afetado pelo corte de gastos, decidido no começo do ano pela presidente Dilma Rousseff. A falta de cargos e dinheiro causou problemas em seu partido, o PP, a ponto de desestabilizar o ministro.

A bancada do PP na Câmara é um desafio. Dos 41 deputados, 18 respondem ou já responderam a processos judiciais. O mais conhecido é Paulo Maluf (SP), acusado de desvio de recursos públicos e procurado pela Interpol por lavagem de dinheiro nos Estados Unidos. Outro caso que chama a atenção é Beto Mansur (SP), processado por exploração de trabalho escravo. Os pepistas estão em guerra. Uma ala, da qual fazem parte Maluf e Esperidião Amin (SC), se insurgiu contra a turma ligada a Negromonte. Eles conseguiram derrubar o líder Nelson Meurer (PR) para instalar Aguinaldo Ribeiro (PB). Escolhido líder, Ribeiro procurou Negromonte no ministério há duas semanas. Foi recebido pelo ministro, mas na sala do chefe de gabinete. O gabinete de Negromonte estava ocupado por outros quatro deputados do PP, que pressionavam um colega a não aderir à turma de Ribeiro. Em encontros semelhantes com outros deputados, teriam inclusive feito ofertas em dinheiro, segundo uma versão disseminada pelos adversários internos do ministro.

Quando os conflitos da bancada abalroaram o ministério, na semana passada, Montenegro mandou recados por meio de afirmações fortes. “Em briga de família, irmão mata irmão e morre todo mundo”, disse em entrevista ao jornal O Globo. “Imagine se começar a vazar o currículo de alguns deputados. Ou melhor, folha corrida.” No Palácio do Planalto, a entrevista foi considerada um desastre. Em Glória, ninguém vai reclamar.

Fonte: Revista Época

Os 10 homens mais ricos do Brasil, segundo a Forbes

Lendo essa reportagem no Portal Exame me fez questionar como no resto do mundo o número de milhonários diminuiu com a crise economina lá de fora, e aqui no Brasil ele aumentou.

Dinheiro é igual a água: Se sobra em um lugar falta em outro.

Para um diminuto punhado de Brasileiros terem acumulado um fortuna enquanto o mundo padece, algo está errado, e muito errado.

Ninguém, eu digo NINGUÉM fica rico no Brasil se não:

1) Sonegar impostos
2) Explorar trabalhadores
3) Fazer coisas erradas (isso mesmo que vocês está pensando)
4) Passar concorrentes para trás levando vantagens em informações, trapasseando, ameaçando etc.
5) Trabalhar para o Governo Federal, Estadual ou Municipal
6) Sendo Político: Presidente, Senador, Depudado, Govenador, Prefeito, Vereador ou ocupando cargo em Empresas Públicas.

O Ciclo é vicioso: Quem é explorado, algum dia vai ser explorador.

No ano em que o número de bilionários da tradicional lista da Forbes bateu recorde, o Brasil ampliou sua participação para 30 pessoas, ante as 18 do ranking anterior.

O patrimônio total dos brasileiros listados pela Forbes alcança 131,4 bilhões de dólares, um avanço de 45% sobre o ano anterior. Mesmo elevada, a quantia é apenas 77% maior do que a do homem mais rico do mundo, o mexicano Carlos Slim, dono, no Brasil, das operadoras Claro e Embratel. A fortuna de Slim é avaliada em 74 bilhões de dólares.

No topo da lista dos brasileiros, Eike Batista segue na liderança. Embora tenha estacionado em oitavo lugar entre os mais ricos do mundo, Eike viu sua riqueza aumentar em 3 bilhões no ano passado, o que elevou seu patrimônio para 30 bilhões de dólares. Confira, ao lado, os dez brasileiros mais ricos da lista da Forbes.

Gol cria portal para acesso Wi-Fi durante os vôos

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A partir de 1 de setembro, a Gol Linhas Aéreas lança o portal 'Gol no Ar', onde os clientes, por meio de conexão Wi-fi, vão poder ter acesso a conteúdo por meio de iPhones, Ipads, iPodsTouch, netbooks e notebooks equipados com a tecnologia sem fio. Futuramente, promete a companhia, o serviço estará disponivel para outros tipos de tablets e smartphones.


“A inovação está no DNA da GOL e foi com muita criatividade que desenvolvemos para os nossos clientes, uma opção de entretenimento de bordo que oferece programação de alta qualidade, com baixos custos com implantação”, destaca Claudia Pagnano, vice-Presidente de Mercado e Novos Negócios da GOL, em comunicado distribuído ao mercado.

O novo entretenimento de bordo da GOL, batizado “GOL NO AR”, vai disponibilizar conteúdos variados, com notícias e artigos de jornais e revistas, programas de TV, esportes, jogos e canais de músicas para gostos diversos. O acesso poderá ser realizado durante o voo e o conteúdo será atualizado automaticamente a cada pouso em nove aeroportos: São Paulo/Congonhas, São Paulo/Guarulhos, Rio de Janeiro/Santos Dumont, Rio de Janeiro/Tom Jobim-Galeão, Belo Horizonte/Confins, Salvador, Porto Alegre, Brasília, Belém e Fortaleza.

De acordo com o Diretor de Inovação e Novos Negócios da GOL, Ubiratan da Motta, os primeiros meses serão importantes para que a empresa entenda o comportamento dos clientes, proporcionando o contínuo aperfeiçoamento do serviço. “Conseguimos inovar em três frentes: criando uma solução em tecnologia, uma solução para a indústria e no relacionamento com o cliente”, diz Ubiratan. Equipes da GOL trabalharam 14 meses no desenvolvimento do portal, que será utilizado pelos clientes gratuitamente.

A instalação dos equipamentos necessários na frota será gradual, sendo que o sistema já está implantado em 35 aeronaves. Neste primeiro momento, a companhia vai oferecer o produto em cerca de 250 voos diários, principalmente na Ponte Aérea entre Rio de Janeiro e São Paulo, o mercado mais movimentado do Brasil. A previsão é que haja expansão para cerca de 380 voos diários até o fim do ano.

“Os trabalhos de instalação são ágeis. Não há a necessidade de retirar os aviões de operação, como convencionalmente se faz no setor”, aponta a vice-presidente de Mercado e Novos Negócios da Gol. “Assim, além de melhorar a experiência de viagem dos nossos clientes, nossa solução não interfere no desempenho dos voos, pois não há aumento de peso da aeronave e, consequentemente, de consumo de combustível”, completa.