terça-feira, 19 de abril de 2011

Parado em blitz, Aécio vira piada no Twitter


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) virou motivo de piada nas redes sociais desde domingo (17), quando teve sua carteira de habilitação apreendida e se recusou a passar pelo teste do bafômetro, no Rio de Janeiro. A maior parte das manifestações associam o ex-governador de Minas Gerais ao consumo de bebidas alcóolicas e criticam a indisposição a comprovar que não estava embriagado ao dirigir.

O blog Esquerdopata publicou uma fotomontagem que identificaria o policial responsável pela blitz que flagrou Aécio com carteira de motorista vencida. A imagem ironiza duas das figuras de maior projeção do PSDB. O ex-governador de São Paulo e candidato segundo colocado na eleição presidencial de 2010, José Serra (PSDB-SP), aparece como policial militar aplicando uma chave de pescoço em Aécio. Em maio, os tucanos têm convenção nacional para definir a presidência e a direção da legenda.

A disputa interna foi motivo de outras piadas. MariaFrô fez uma seleção das manifestações, sugerindo que o partido de oposição estaria sem rumo

Um perfil no Twitter foi criado para surfar na onda da #AécioDevassa. A hashtag – usada no sistema de microblogue para delimitar o assunto da mensagem publicada – seguiu por toda a tarde de domingo e pela manhã de segunda-feira (18).

Vale lembrar que a assessoria de imprensa do parlamentar disse ao mesmo site que ele não sabia que a carteira de habilitação estava vencida. O ex-governador havia saído da casa de amigos e voltava para um apartamento de sua propriedade no Leblon, na zona sul carioca, quando foi parado pela blitz policial.
Banner criado pelo @cleversonlima e a enquete abaixo também

E no Facebook

E no Twitter

@ Menos de 10 mil ? São 10 451 seguidores, inclusive eu . #aeciodevassa
@Aecio_Devassa
Eu bebo sim

@ @ E como 1o programa social o "Minha Praia, minha Vida". AMPLIANDO MAIS ainda esse programa social dele em Angra.
@frulanis
Monica Fortes
Com #AecioDevassa bêbado e sem carteira, FHC volta a dirigir P$DB kkkkkkkkkkkkkk
@gnueverton
gnueverton
Sou a favor do #aeciodevassa, pelo menos em 2014 teremos o "Cerveja para todos", novo programa social do governo...
@rodrigo_saar
Rodrigo Saar Gomes
Aécio Neves gosta de clássicos. http://qr.net/ZH7
@midiarte
Marcelo Idiarte
RT @: RT @: RT @: Aécio se defende: “Minha vida é um litro aberto.” #aeciodevassa
@cintiabl
Cintia BL
@ PSDB = Partido do Senador Dirigindo Bêbado
@andersoncs_
Anderson Santos
RT @: Aécio provou que está preparado para dirigir o Brasil. #aeciodevassa
@Figurinando
Nazarethamaral
RT @: Vai ser a piada do dia RT @: @ Em nota, Aécio diz que está 'zuzo bem'.
@danielebarizon
Daniele Barizon
Vote 51. Vote Senador Aécio Neves. Pela diminuição do preço do álcool.
@peruquefala
Peru que fala
Parece que o Aécio vai mudar o nome pra AÉCIO BEBES #aeciodevassa
@peruquefala
Peru que fala
#aeciodevassa RT @: Ressaca pós bebedeira? Tome AÉCio
@maria_fro
Conceição Oliveira
Agora o @ já pode convidar o Aécio para formar uma chapa puro sangue: puro Sangue de Boi.
@GersonCarneiro
Gerson Carneiro

Resultado? TT Brasil


Infelizmente Isto é o Brasil


Bom exemplo de motorista que devolveu R$ 74 mil ao dono vira motivo de chacota
O bom exemplo do motorista Joilson Chagas, de 31 anos, que devolveu ao dono os R$ 74.800 encontrados no ônibus que dirigia, na semana passada, virou motivo de chacota de alguns colegas. Ele lamentou que, enquanto descansava no dormitório da empresa, em Nova Friburgo, jogaram o seu crachá no vaso sanitário e escreveram na parede do banheiro “Chagas otário”. Chagas — que perdeu a casa na enxurrada de janeiro — não se arrepende de seu gesto:

— O dinheiro não era meu. É bom ficar com o que é nosso.

Em casa, o motorista recebeu o apoio da mulher — grávida de cinco meses — e do filho de 14 anos.

— Espero que meu filho chegue na minha idade com a minha cabeça — disse ele.

Já a Viação 1001, onde Chagas trabalha há quatro anos e meio e ganha cerca de R$ 1.400 por mês, quer valorizar a sua atitude. A empresa informou que estão sendo estudadas uma homenagem e até uma promoção.

O dono do dinheiro é um agricultor de cerca de 80 anos, que não quer ser identificado. Ele embarcou num ônibus em Friburgo, que parou na Rodoviária Novo Rio e no Terminal Menezes Côrtes. No fim da viagem, ao fazer a inspeção de rotina após o desembarque dos passageiros, Chagas encontrou um celular na poltrona 13 e um pacote junto à janela:

— Botei o pacote na poltrona e abri. Nunca vi tanto dinheiro. Estava enrolado em papel de pão e amarrado com barbante.

Chagas entrou em contato com seu chefe e retornou a Friburgo para entregar o pacote na sua empresa. Ao chegar ao terminal, avistou um senhor chorando e, na conversa com ele, descobriu tratar-se do dono do dinheiro. O homem ofereceu R$ 2 mil como recompensa, que o motorista não aceitou. O filho dele, então, entregou um relógio, pedindo que Chagas guardasse como lembrança.

— Vi a simplicidade do senhor. Achava que tinha perdido o pacote num bar no Largo da Carioca. Ele contou que tinha vendido um veículo para pagar o tratamento de saúde de uma filha.

Senador Aécio Neves é parado em blitz com carteira de motorista vencida e não quiz fazer o teste do bafômetro

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O senador Aécio Neves (PSDB) foi parado numa bliz da Lei Seca na esquina das ruas Bartolomeu Mitre e General San Martin, no Leblon, por volta das 3h deste domingo. Segundo o major Marco Andrade, coordenador da Lei Seca, Aécio estava com a carteira nacional de habilitação (CNH) vencida e teve que chamar um amigo para dirigir sua Land Rover. O senador - que teve o documento apreendido e foi multado em R$ 957,70 - não quis fazer o teste do bafômetro.

Segundo nota distribuída pelo governo estadual, Aécio "preferiu não fazer" o teste do bafômetro. Inicialmente, a assessoria do senador afirmou "não saber" se houve de fato um pedido dos policiais para que fosse aplicado o exame para medir um eventual nível de embriaguês. Mais tarde, em nota distribuída à imprensa, a equipe de comunicação acrescentou que o teste "não foi realizado" após os policiais constatarem que a habilitação do tucano estava vencida.

"Com relação às notícias veiculadas sobre o uso ou não do bafômetro, essa assessoria informa que, uma vez constatado o vencimento do documento de habilitação e providenciado outro motorista para condução do veículo, o mesmo não foi realizado."

No episódio, Aécio teve de desembolsar R$ 1.149. Recusar fazer o teste de bafômetro é considerado uma infração gravíssima, com aplicação de 7 pontos na carteira e multa de R$ 957. Já dirigir com a carteira de habilitação vencida também é uma infração gravíssima e rende 7 pontos. A multa por esta infração é de R$ 191,54.

A blitz da Lei Seca que abordou o senador ocorria na Avenida Bartolomeu Mitre, no Leblon. Os auxiliares do tucano, que optou por não se pronunciar por enquanto, disseram que ele fez aniversário recentemente e não percebeu que a validade de sua habilitação havia expirado. Aécio faz anos em 10 de março.

Segundo a assessoria, ele entregou a carteira ao policial e foi informado de que seria multado, teria o documento apreendido e não poderia seguir viagem. Para que o veículo não fosse apreendido, Aécio chamou um taxista para dirigir o carro até sua casa, que fica nas redondezas. Na nota, o senador cumprimentou os policiais: "O senador cumprimentou a equipe policial responsável pelo profissionalismo e correção na abordagem feita aos motoristas durante a blitz", diz o documento.

domingo, 17 de abril de 2011

Senador de Minas Gerais Mora no Rio de Janeiro


O senador Aécio Neves foi eleito Senador da República pelo estado de Minas Gerais, tem residência oficial no Rio de Janeiro, habilitação emitida pelo Detran do Rio de Janeiro.


Ele já foi goverandor de Minas Gerais por duas vezes, porque habilitação do Rio? se é mineiro e possui forum eleitoral em Minas, porque tem residencia fixa no Rio de Janeiro? Não podia trovejar em Minas que o governador exemplo de politico que ia dormir no Rio. Isso é bom pois assim mostra quem é o politico modelo.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quando o Brasil vai tomar jeito de Nação?



Quando os Brasileiros vão enxergar que quando fazem mal ao Brasil faz a eles mesmos?

Toda vez que a gente abre um jornal, vê um noticiário é a mesma coisa: Violência, Roubo, Impunidade, Corrupção.

Quero deixar um apelo aos meus leitores mundo a fora, que moram em outros países, para relatarem por e-mail (aeltec@hotmail.com) se nos países que vocês moram é dessa forma.

O meu sobrinho ganhou um videogame X-Box travado e nos pediu para comprar jogos para ele. Olhei na internet, nas lojas de departamento e são todos muito caros, os bons jogos custam entre R$150,00 a R$200,00 ou (US$94,00 - US$162,00).

A patroa da minha cunhada viajou aos Estados Unidos e trouxe de presente para ela 3 jogos bons por US$18,00 cada um ou seja, nos Estados Unidos cada jogo bom custa R$28,00 contra R$200,00 que custa no Brasil.

Porque pagamos tão caro no Brasil por tudo: carro, gasolina, alimento, remédio, roupa, tênis, eletrodomésticos, eletrônicos, se nós ganhos menos que um americano?

O que há de errado com o nosso país?

terça-feira, 12 de abril de 2011

GeoHot: Cara Retado!

Sony fecha acordo com GeoHot

Fabricante do PlayStation 3 entra em acordo com hacker que quebrou segurança do console


Depois de algumas confusões e desentendimentos, a Sony Computer Entertainment America fechou um acordo com o hacker George Hotz - mais conhecido como GeoHot - responsável por quebrar o protocolo de segurança do PlayStation 3.

Em nota publicada no blog, o diretor de comunicação e mídias sociais da Sony, Patrick Seybold, não deu maiores detalhes do acordo, disse apenas que Hotz irá parar de divulgar as informações publicadas a respeito do desbloqueio.

Mesmo assim, é difícil imaginar como isso poderia ajudar a Sony, já que as informações necessárias já ganharam a Internet - e até mesmo foi retuitada em uma conta da empresa no Twitter Bronze - e os arquivos necessários para rodar programas (e jogos) não oficiais podem ser encontrados por toda a parte.

Em declaração, Hotz afirmou, "não pretendia causar problemas aos usuários, nem facilitar a pirataria". O processo movido contra ele o acusava de violar as leis de proteção de direitos autorais dos Estados Unidos. Mais tarde, o hacker chegou a publicar um rap desafiando a Sony, e depois foi acusado de fugir para a América do Sul. Na semana passada, até mesmo o grupo Anonymous tomou partido, atacando diversos sites e servidores da Sony em defesa de GeoHot, mas - no blog da Sony - a empresa isenta Hotz de participação no ocorrido.

terça-feira, 22 de março de 2011

hora do planeta



O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.

Onde?

No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.

Chocolate protege o cérebro contra derrame, estresse e depressão


Para alegria de quem é adepto dos prazeres do chocolate as neurociências têm oferecido boas notícias. Pesquisas realizadas nos últimos anos mostraram que o alimento ajuda a combater o estresse e a depressão. Agora, um estudo mais recente indica que a guloseima pode proteger o cérebro também contra lesões causadas por derrame. Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram que uma substância presente apenas no chocolate amargo (não na versão tradicional ou branca) estimula um tipo de atividade celular que resguarda os neurônios dos danos causados por acidente vascular cerebral (AVC).


No estudo realizado em camundongos e publicado no Journal of Cerebral Blood Flow and Metabolism, 90 minutos depois de administrarem uma pequena dose de epicatequina – nutriente encontrado no cacau –, os cientistas induziram um derrame isquêmico por meio da interrupção da irrigação sanguínea no cérebro dos animais. O resultado foi um número significativamente menor de lesões do tecido cerebral em comparação às dos roedores que passaram pelo mesmo procedimento mas sem ter recebido a dose do composto.


O interesse científico pela epicatequina surgiu com pesquisas feitas entre os índios kuna, que vivem em ilhas na costa do Panamá. A incidência de acidentes vasculares nessa população é muito baixa, o que é atribuído ao alto consumo de uma bebida escura e amarga feita à base de cacau. Posteriormente, estudos in vitro mostraram que a epicatequina não protege diretamente as células contra lesões, mas seus metabólitos parecem ativar vias bioquímicas que fazem com que as células aumentem suas próprias defesas. O que tem surpreendido os pesquisadores é o fato de esse efeito ocorrer em resposta a doses muito baixas da substância.


Os autores alertam, porém, que os dados obtidos até agora não autorizam o consumo exagerado de chocolate amargo, que, aliás, é rico em gordura saturada. Segundo eles, as evidências abrem boas perspectivas para o desenvolvimento de uma nova droga potencialmente útil para combater doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e outros tipos de demência.

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Verdade Negra do Carnaval

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A apresentadora Rachel Sheherazade, do jornal Tambaú Notícia, afiliada do SBT na Paraíba, criticou no ar o Carnaval.

Segundo ela, o Carnaval não é uma festa genuinamente brasileira --é uma festa que surgiu na Europa durante a Era Vitoriana e se espalhou pelo mundo afora.

Raquel disse ainda que o Carnaval não é uma festa popular. "Balela. O Carnaval virou negócio, e dos ricos. Que os digam os camarotes VIPs", critica (veja ao lado o vídeo).

A apresentadora diz que fala "com conhecimento de causa" e não é "inimiga" da festa.
"Despertar nuances"

Em entrevista ao UOL Notícias, nesta quinta-feira (10), Rachel se disse surpresa com a repercussão “totalmente inesperada” do comentário, já que, justificou, faz comentários há cerca de um ano, duas vezes por semana, em um telejornal “de público mais restrito”.

“É um público bem específico, com entrevistas de política e economia, e mesmo assim repercutiu”, diz. Apesar da polêmica, ela garante ter recebido mensagens de apoio de leitores da Bahia e até do Rio Grande do Sul. “Teve gaúcho dizendo que essa festa não o representa, por exemplo. E é claro que muita gente gosta do Carnaval mais pelo feriado”, acredita.

Apesar do tom editorial do comentário, a jornalista afirmou que o conteúdo, “não discutido previamente” com a equipe de jornalismo com a qual trabalha, é restrito à opinião dela. De onde surgiu o mote para a crítica? “Na Paraíba se vive o Carnaval mais nas praias, sobretudo nas prévias carnavalescas --tanto que a ‘quarta-feira de fogo’, quando fiz o comentário, é nessas prévias. E a cidade, com comércio e repartições públicas, para; são muitos contratempos”, definiu, para completar: “Eu moro nas proximidades dos desfiles. Simplesmente você não consegue chegar em casa porque o trânsito congestiona, fora que é muito barulho. E não são queixas apenas minhas”.

Indagada sobre um modelo “ideal” de Carnaval, a jornalista resumiu: “Dá para ter uma festa organizada como a do Rio de Janeiro (onde o folião, no Sambódromo, para para assistir aos desfiles). O objetivo do meu comentário era despertar nas pessoas nuances que não chegam a público, e não destruir o Carnaval ou estabelelecer uma fórmula. Quem sou eu para isso?”, questiona.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Estão nos roubando: Montadoras de veículos e o Governo

Quando o Chevrolet Captiva foi apresentado no Brasil, em agosto, ele trouxe como grande trunfo o preço: 92 990 reais. Mas, se alguém achou esse preço atraente, é porque ainda não viu quanto ele custa no México, seu país de origem. Lá é vendido pelo equivalente a 48 800 reais – e, com uma renda per capita cerca de 20% maior que a do brasileiro, esse valor pesa ainda menos no bolso dos mexicanos. Fica a pergunta: por que ele custa tanto no Brasil? Como há um acordo entre Brasil e México, nesse caso nem há imposto de importação. As montadoras brasileiras culpam a carga tributária pelo preço do veículo vendido aqui – que está entre os mais altos do mundo. Os impostos chegam a 36,4% do valor do carro (somados IPI, ICMS, PIS e Cofins). A briga entre governo e indústria é histórica. O problema é que o consumidor é quem paga a conta.

Contudo há outros ingredientes que influenciam nesse preço. As fábricas não confirmam, mas uma das razões seria a margem de lucro. As subsidiárias brasileiras têm sido responsáveis por remessas expressivas de dólares para as matrizes nos últimos anos, ainda mais com o mercado tão desacelerado lá fora e tão aquecido aqui dentro – em 2008, a alta na venda de veículos no Brasil deve ser de 24%. Uma lei de mercado, porém, diz que, quanto maior a produção, maior a economia de escala. Não é o que se vê na prática.

Mauro Zilbovicius, professor de custos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, é categórico: “A carga tributária é uma parte do custo. No caso do Brasil, o mercado está em crescimento e os preços não recuaram, apesar do ganho de escala. Ao contrário, subiram bastante”. Na avaliação de Letícia Costa, vice-presidente da consultoria Booz Allen, os preços de commodities, como aço e resina, tiveram alta acentuada, fenômeno observado no mundo todo. “Esses aumentos refletiram no preço dos carros”, diz.

Ainda que a matéria-prima tenha subido, o que ela representa no custo não justifica aumentos expressivos. O aço, que nos últimos cinco anos subiu 60%, representa em torno de 10% do valor de venda de um VW Gol e só 6,49% do de um Chevrolet Astra. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em setembro de 2003 o C3 Exclusive 1.6 novo custava 31 300 reais. Em 2008, foi para 49 600 reais. A alta foi de 58,7%, mas a inflação no período foi bem menor, segundo a Fipe: só 28,31%. De acordo com Zilbovicius, se os impostos são responsáveis pelo valor do carro, as montadoras também são. “Muitas delas, como Ford, Fiat e GM, enfrentaram dificuldades no mundo e se seguraram em parte graças aos resultados obtidos no Brasil.” Um exemplo: a GM teve prejuízo global de 38,7 bilhões de dólares em 2007. Enquanto isso, o Brasil respondeu por um terço do crescimento mundial das vendas da marca.

Escala monstruosa

Há casos em que, mesmo com o imposto de importação integral, alguns modelos estrangeiros conseguem chegar ao país com mais acessórios e preço mais atraente que os nacionais equivalentes. É o caso do Kia Picanto, que paga 35% ao desembarcar no Brasil – mais os impostos pagos pela indústria. Mesmo assim, ele custa 35 900 reais e traz de série ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, rodas de liga leve e CD player com MP3, itens que são opcionais na maioria dos nacionais. David Wong, vice-presidente da Kaiser Associates, explica por que esse preço é tão competitivo, apesar de importado da Coréia: “A fábrica que faz o Picanto produz de 1 milhão a 1,5 milhão de veículos desse modelo por ano. A escala é monstruosa. Por aqui, a produção anual de um Gol é de cerca de 400 000 unidades”.

Para o presidente da Abeiva (associação das importadoras), Jörg Henning Dornbusch, a indústria automobilística brasileira tem como vender seus carros por preços mais baixos: “Com o aumento da escala por conta das vendas em alta, deveria haver uma redução no custo de produção, e não é o que se vê”.

Quando há acordos entre o Brasil e parceiros como México, Argentina e Chile, o imposto de importação é zero e, em muitos casos, as subsidiárias até reduzem ainda mais suas margens na venda de uma unidade para a outra. É o que ocorre, por exemplo, entre as filiais brasileira e argentina da Renault. Aqui o Logan 1.6 8V custa 37 550 reais. Na Argentina, que importa esse mesmo carro do Brasil, ele é vendido pelo equivalente a 25 500 reais. Sem a carga tributária, o Logan vendido aqui custa 26 585, mas na Argentina ele vale 20 017 reais, mesmo incluindo o custo de frete até o país vizinho. E o que explica essa diferença de 6 500 reais, depois de descontados os impostos?

Para o presidente de uma importadora, que prefere não se identificar, os veículos nacionais não baixaram de preço quando comparados a outros países porque as montadoras, que trabalham com margens entre 9% e 11%, estão praticando o percentual máximo. O presidente da Anfavea (associação das montadoras), Jackson Schneider, prefere não entrar em detalhes sobre a rentabilidade do setor. “Quando se fala de preço e margem, cada montadora cuida da sua casa.” Mas Schneider concorda que o Brasil se tornou atraente para as matrizes, daí o volume tão grande de recursos esperados para os próximos anos.

Entre 2008 e 2011, estão previstos 23 bilhões de dólares em projetos de expansão ou construção de fábricas. O motivo, para alguns, não seria a alta rentabilidade, mas sim o espaço que ainda há para crescer por aqui. “Esses investimentos foram programados segundo a perspectiva de crescimento do mercado interno, ou seja, baseiam-se no futuro”, diz Dario Gaspar, vice-presidente da consultoria A.T. Kearney.

Paulo Cardamone, vice-presidente da consultoria CSM, afirma que uma boa fonte de lucro das montadoras brasileiras são os chamados “conteúdos”, ou opcionais, como ar-condicionado, freio ABS e airbag. “É aí que a indústria cobra caro. Como o volume é baixo para produzir esses itens, o conteúdo, que no mundo é standard, por aqui é opcional e custa muito”, afirma. Cardamone defende a redução gradual de impostos para que se chegue à metade do atual valor dentro de seis anos. “Assim, as empresas vão poder diminuir os preços e aumentar a produção.”

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Corte nos custos

Para Schneider há ainda outras formas de reduzir custos. As montadoras têm, segundo ele, apostado no aumento de produtividade dentro das fábricas, com a aquisição de equipamentos mais modernos e melhor gerenciamento de estoques. Segundo Francisco Satkunas, membro do conselho da fornecedora Plascar e há 40 anos no mercado, as montadoras no Brasil não deveriam ficar esperando por reduções nos impostos. Antes, poderiam começar a estudar formas de diminuir custos no desenvolvimento de materiais de autopeças mais eficientes e baratos, na logística e na mão-de-obra, com profissionais mais bem treinados para aumentar ainda mais a produtividade. “Sem cortar despesas, fica difícil vender carros mais baratos no Brasil”, diz Satkunas. A própria Plascar pesquisa no momento uma roda feita de plástico, material mais barato e leve.

Outro caminho para diminuir custos, conta Evandro Maciel, diretor do Comitê de Veículos de Passeio da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE), é por meio da padronização de peças entre as montadoras. Isso possibilitaria uma escala global bem maior e uma economia no fim da conta. Ou seja, quem ganharia com isso seria o consumidor.


QUANTO CUSTA?

FIAT PALIO 1.4

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Brasil: 34 300 reais
Turquia: 26 100 reais

HONDA FIT
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Brasil: 47 300 reais
Japão: 20 900 reais

FORD FOCUS HATCH
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Brasil: 58 200 reais
Argentina: 44 000 reais

TOYOTA COROLLA
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Brasil: 62 000 reais
Espanha: 38 500 reais

VOLKSWAGEM JETTA 2.5
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Brasil: 86 300 reais
México: 40 700 reais

BMW X5 3.0
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Brasil: 301 000 reais
Estados Unidos: 82 400 reais

TRIBUTO AO CARRO
O imposto no Brasil representa de 27,1% a 36,4% do preço final do carro, conforme cilindrada e combustível. É muito, perto de países como EUA (6,1%), Japão (9,1%), Espanha (13,8%), Alemanha (16%), México (16%) e Argentina (18%).

terça-feira, 8 de março de 2011

Educação não é mais garantia de bom futuro, diz The New York Times





Milhares de chineses desempregados visitam uma feira de emprego na cidade de Shenyang, nordeste da China. Concorrência para os trabalhadores qualificados nos Estados Unidos

Todo mundo sabe que a educação é um fator fundamental para o sucesso econômico. E todos sabem que os empregos do futuro exigirão níveis de qualificação cada vez mais elevados. Foi por isso que, ao dar uma declaração quando estava acompanhado do ex-governador da Flórida Jeb Bush, na última sexta-feira, o presidente Barack Obama afirmou: “Se nós desejarmos mais boas notícias sobre empregos, precisaremos investir mais em educação”. Mas há um erro em relação a esta verdade conhecida por todos.

No dia seguinte ao evento do qual Barack Obama e Jeb Bush participaram, o “The Times” publicou um artigo sobre o uso crescente de softwares para a realização de pesquisas na área de direito. Os computadores são capazes de analisar rapidamente milhões de documentos, realizando de maneira barata uma tarefa que antigamente exigia um batalhão de advogados e especialistas em direito. Neste caso, então, o progresso tecnológico está na verdade reduzindo a demanda por trabalhadores com alto nível educacional. E as pesquisas na área de direito não se constituem em um exemplo isolado.

Conforme o artigo observa, os programas de computador estão também substituindo engenheiros em certas atividades, como o design de chips. Falando de forma mais abrangente, a ideia de que a tecnologia moderna elimina apenas os empregos para trabalhadores não qualificados, e de que os profissionais de alta qualificação são os nítidos vencedores, pode prevalecer nas discussões populares, mas a verdade é que tal ideia está na verdade superada há décadas.

O fato é que desde mais ou menos 1990 o mercado de trabalho dos Estados Unidos caracteriza-se não por um aumento generalizado da demanda por qualificações, mas sim por esvaziamento de uma “zona intermediária”: o número de empregos de alta e de baixa remuneração têm crescido rapidamente, mas o daqueles de remuneração média – ou seja, aquele tipo de trabalho que sustenta uma classe média robusta – tem ficado para trás. E esse buraco no campo intermediário do mercado de trabalho tem aumentado continuamente: muitas das ocupações de alta remuneração que cresceram rapidamente na década de noventa têm crescido muito mais lentamente nos últimos tempos, ainda que o índice de empregos de baixa remuneração tenha se acelerado. Por que isso está acontecendo?

A crença de que a educação está se tornando cada vez mais importante se baseia na ideia aparentemente plausível de que os avanços tecnológicos resultam em um aumento das oportunidades de emprego para aqueles indivíduos que trabalham com informação – ou, em outras palavras, na ideia de que os computadores ajudam aqueles que trabalham com o cérebro, prejudicando ao mesmo tempo as pessoas que fazem trabalhos manuais.

Alguns anos atrás, porém, os economistas David Autor, Frank Levy e Richard Murnane argumentaram que esta era a forma errada de pensar a respeito dessa questão. Eles observaram que os computadores são excelentes para as tarefa que envolvem rotina, “tarefas cognitivas e manuais que são realizadas mediante o seguimento de regras explícitas”. Portanto, qualquer tarefa rotineira – uma categoria que inclui muitos empregos qualificados, não manuais – encontra-se na linha de fogo.

Por outro lado, os trabalhos cuja execução não se dá mediante o seguimento de regras explícitas – uma categoria que inclui vários tipos de trabalho manual, de motoristas de caminhão a zeladores de edifícios – tenderão a crescer mesmo com o progresso tecnológico. A questão fundamental é que a maioria do trabalho manual que ainda está sendo realizado na nossa economia parece ser de um tipo que é difícil de automatizar.

Notavelmente, com os operários respondendo por cerca de 6% do emprego nos Estados Unidos, não restaram muitos empregos nas fábricas para serem perdidos. Enquanto isso, muitos trabalhos qualificados que são atualmente realizados por profissionais de alto nível educacional e que geram um pagamento relativamente elevado poderão ser em breve computadorizados. O aspirador de pó robotizado Roomba pode ser engraçadinho, mas falta muito ainda para que tenhamos robôs atuando como zeladores de prédios. Mas a pesquisa computadorizada na área de direito e os diagnósticos médicos auxiliados por computadores já fazem parte da realidade atual.

Além disso, há a globalização. Antigamente, só os trabalhadores de fábricas precisavam se preocupar com a concorrência do exterior, mas a combinação de computadores e telecomunicações tornou possível o fornecimento de diversos serviços à distância. E as pesquisas dos meus colegas da Universidade de Princeton, Alan Blinder e Alan Krueger, sugerem que os trabalhos de alta remuneração feitos por profissionais de elevado nível educacional são mais fáceis de serem transferidos para o exterior do que aqueles desempenhados por trabalhadores de remuneração e nível educacional mais baixos.

Caso eles estejam certos, a tendência crescente de internacionalização dos serviços esvaziará ainda mais o mercado de trabalho dos Estados Unidos. Então, o que tudo isso nos diz a respeito de políticas públicas? Sim, nós precisamos consertar o sistema educacional dos Estados Unidos. Em especial, as desigualdades que os norte-americanos enfrentam logo no início – crianças brilhantes oriundas de famílias pobres têm uma probabilidade menor de concluírem um curso superior do que os crianças bem menos capazes, mas que são filhas de indivíduos ricos – não se constituem apenas em um escândalo; elas representam também um enorme desperdício do potencial humano do país.

Mas existem certas coisas que a educação não é capaz de fazer. Em especial, a ideia de que fazendo com que mais jovens cursem a universidade nós seremos capazes de restaurar aquela sociedade de classe média com a qual estávamos acostumados é inteiramente falsa. Ter um diploma superior não representa mais garantia de um bom emprego, e isso está se tornando cada vez mais verdadeiro a cada década que passa. Portanto, se quisermos uma sociedade na qual a prosperidade seja amplamente compartilhada, a educação não é a resposta – nós teremos que procurar construir tal sociedade diretamente.

Precisamos restaurar o poder de negociação que o trabalho perdeu nos últimos 30 anos, de forma que tanto os trabalhadores comuns quanto os super astros contem com a capacidade de negociar por melhores salários. Nós temos que garantir as coisas essenciais, em especial o acesso aos serviços de saúde, a todos os cidadãos. O que não conseguiremos fazer é atingir esse objetivo apenas dando diplomas universitários aos trabalhadores. Esses diplomas poderão representar cada vez mais a entrada em empregos que não existem ou que não pagam salários de classe média.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A Polícia não quer ser fiscalizada! Tamos FU...

Isto é Brasil. Quando seremos uma nação digna? Quando vamos ter orgulho de sermos brasileiros? Grandes poderes, grandes responsabilidade.
Avisem para a nossa "PULIÇA".


Os bastidores da Operação Guilhotina, deflagrada no último dia 11 no Rio, revelam situações de confronto entre a Polícia Federal, no comando das ações, e a cúpula da Polícia Civil, principal alvo da investigação.

A partir da operação, 44 pessoas --entre elas 32 policiais civis e militares-- foram denunciadas à Justiça sob suspeita de cometerem crimes como desvio de armas apreendidas, vazamento para criminosos de informações sobre operações policiais e formação de milícias.

Também resultou no indiciamento do ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski, que deixou o cargo na semana passada suspeito de passar informações sobre a Guilhotina a um dos investigados. Ele nega.

A operação começou a ser montada em setembro de 2009. Naquela época, o vazamento de informações a respeito de uma operação chamada Paralelo 22, que a PF faria contra traficantes da Rocinha, zona sul do Rio, intrigou os agentes federais.

A PF havia pedido o apoio das polícias Civil e Militar. Começou a suspeitar, então, que o vazamento poderia ter origem nas forças estaduais.

TENSÃO

As investigações transcorriam há quase um ano quando houve o primeiro grande momento de tensão.

A PF pediu ajuda à Secretaria de Segurança para localizar e prender Magno Carmo Pereira, policial da Dcod (Delegacia de Combate às Drogas) que havia sido infiltrado no tráfico para buscar informações sobre as movimentações criminosas.

Os federais descobriram que ele tinha se transformado em um informante --bem pago-- dos traficantes. Recebia dos criminosos R$ 100 mil por mês para avisá-los sobre operações policiais.

Segundo a PF, o então chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski, foi incumbido de organizar a busca por Pereira. Ele foi preso, diz a PF, no dia 27 de agosto, por policiais de sua própria delegacia, mas só foi entregue à PF dois dias depois. Nesse tempo, teria sido ameaçado de morte por aqueles que o prenderam.

Procurado, Turnowski não respondeu aos pedidos de entrevista da Folha. Ao ser indiciado, na quinta, disse desconhecer que havia uma operação em andamento.

A partir dos depoimentos de Pereira, a PF passou a trabalhar com escutas telefônicas em busca de provas. Experientes, muitos dos investigados evitavam nas conversas telefônicas os temas de interesse dos federais: milícias, venda de armas apreendidas e de informações sobre operações policiais.

Toda a precaução dos investigados foi por água abaixo na ocupação dos complexos da Penha e do Alemão, no final de novembro, quando traficantes fugiram deixando armas, dinheiro e drogas escondidos no morro.

A região tornou-se então uma mina de ouro para policiais corruptos. Em busca dos "espólios de guerra", eles começaram a ligar para seus informantes nos complexos para obter informação sobre esconderijos de armas, joias, dinheiro e drogas.

Como alguns tinham os telefones grampeados, a PF obteve dados que não esperava ter em tão pouco tempo.

Uma das gravações usadas pela PF para fundamentar as denúncias mostra Turnowski conversando com um inspetor investigado. Nela, o então chefe da Polícia Civil pede cuidado ao policial, pois a Polícia Civil "era a bola da vez". A conversa foi o motivo de seu indiciamento.

O fim (da CALVICE) está próximo


A cura da calvície pode ter sido descoberta por acidente. Cientistas da Universidade da Califórnia, que investigavam como o estresse afeta a função gastrointestinal, podem ter encontrado um composto químico que induz o crescimento de cabelos, através do bloqueio do hormônio associado à queda. A descoberta foi publicada no jornal online PLoS One.

— Nossa descoberta mostra que a duração do tratamento com o composto causa um enorme crescimento a longo prazo em camundongos cronicamente estressados — diz Million Mulugeta, professor de medicina na divisão de doenças digestivas da David Geffen School of Medicine e autor da pesquisa. — Isto pode abrir novas possibilidades de tratamento de queda de cabelo em humanos através da modulação dos hormônios receptores de estresse, particularmente os relacionados ao estresse crônico e à idade.

Para o experimento, foram usados camundongos geneticamente alterados para produzir mais CRF, os hormônios de estresse. Com o passar do tempo esses roedores perdem pelos e ficam carecas nas costas, visualmente diferentes dos demais. O Salk Institute desenvolveu então o composto químico, um peptídeo chamado astressin-B, com habilidade de bloquear a ação do CRF.

O composto foi injetado nos ratos carecas uma vez por dia durante cinco dias e os colocaram de volta nas gaiolas com outros ratos peludos. Três meses depois os pesquisadores não conseguiram mais distinguir os camundongos injetados dos demais.

Por enquanto, o efeito foi testado apenas nos camundongos, mas os pesquisadores também usaram nos roedores o minoxidil, que é usado em humanos e, como em humanos, teve um crescimento brando como resultado. Isto sugere que o astressin-B pode também ser usado com humanos para modular os receptores de CRF encontrados na pele humana.

Turbulencia no Sol


Em imagens registradas no último dia 15 a Nasa observou a mais forte explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos, com um intenso feixe luminoso em direção à Terra.

O fenômeno, chamado “X-flare”, pode afetar as comunicações na Terra nos próximos dias, causando um aumento da atividade geomagnética.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Polícia de São Paulo confunde RAPADURA com crack e HUMILHA PROFESSORA.




Professora recebe voz de prisão após polícia confundir rapadura com droga
Angélica Batista viajava de ônibus com destino a Ourinhos, no interior de SP.

Policiais tinham recebido denúncia de que uma mulher viajava com drogas.

Uma barra de rapadura gerou confusão nesta sexta-feira (18/02/11), durante operação policial em Ourinhos, a 378 km de São Paulo. Com informações de que uma mulher iria transportar drogas de São Paulo até a cidade em um ônibus, policiais civis revistaram vários veículos em uma base da Polícia Rodoviária de Santa Cruz do Rio Pardo.

Em um dos ônibus parados durante a operação, eles encontraram um suposto entorpecente dentro da bolsa da professora Angélica Jesus Batista. A polícia deu voz de prisão ainda dentro do veículo. A mulher chegou a ser algemada.

Segundo Angélica, a policial que a abordou disse que era muita droga e a algemou na frente de todo mundo, enquanto ela era retirada do ônibus. Depois, constatou-se o engano. O que os policiais pensavam ser crack era, na verdade, um tablete de rapadura que a professora levava de presente. Em seguida, a professora foi liberada.

Angélica registrou boletim de ocorrência por constrangimento. Uma outra mulher foi presa horas depois em outro ônibus por suspeita de carregar 2kg de crack. O delegado seccional de Ourinhos Amarildo Aparecido Leal disse que os policiais usaram o procedimento padrão diante da situação, mas que, mesmo assim, o caso será investigado.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sony PlayStation Xperia Play: Vale a pena ter um?


A Sony Ericsson revelou no domingo (13) seu aguardado celular inteligente PlayStation e com isso levou a guerras dos consoles de videogames aos celulares.

O PlayStation da Sony, integrado ao novo celular Xperia Live, enfrentará o XBox Live, da Microsoft, disponível no sistema operacional Windows Phone 7.

O lançamento surgiu apenas dois dias depois que o Windows Phone recebeu grande estímulo da Nokia, maior fabricante mundial de celulares em termos de volume, que anunciou que usará o sistema operacional em toda a sua linha de celulares inteligentes.

"A guerra dos consoles está se transferindo à plataforma móvel, mas Microsoft e Sony têm longo caminho a percorrer se desejam reduzir a distância que as separa da Apple", disse Geoff Blaber, analista da CCS Insight.

"O Xperia Play oferece algo de diferente e revigorante em meio a um mar de aparelhos Android homogêneos", acrescentou.

A Sony Ericsson anunciou que a Verizon Wireless venderá o modelo nos Estados Unidos, o que abrirá acesso ao maior mercado mundial de celulares inteligentes para a joint venture igualitária entre a sueca Ericsson e a japonesa Sony.

A empresa revelou também dois outros modelos que operam com o sistema Android, do Google, e disse que planeja lançar pelo menos oito modelos com a plataforma este ano.

"Queremos nos tornar a maior fabricante de celulares Android", disse Bert Nordberg, presidente da Sony Ericsson, acrescentando que a empresa precisará elevar sua fatia de mercado no segmento Android a 25%, ante os 14% atuais.

O Android ascendeu rapidamente e se tornou a plataforma preferencial para muitos fabricantes de celulares menores, que lançaram dezenas de modelos parecidos para concorrer contra a Nokia e a Apple.

A Sony Ericsson se concentrará no crescimento este ano, depois de sair do vermelho em 2010, disse Nordberg, acrescentando que a empresa planeja elevar sua receita e seu lucro em 2011.

Sony pisa na bola...de novo...

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Nos últimos tempos, celulares com Android têm dado mais do que maria-sem-vergonha. Um que acaba de brotar em solo brasileiro é o Xperia X8, da Sony Ericsson.
Comentário:
"O único problema é que a própria sony ericsson falou que não vai mais atualizar a versão do sistema operacional de nenhum aparelho da série X, ou seja: todos estarão presos ao android 2.1 para sempre, sem recursos como instalar aplicativos no cartão de memória, nem reprodução de conteúdo em flash"

Compacto (9,9x5,4x1,5 cm) e leve (104 g), ele pode atrair quem quer um celular inteligente, mas acha grandes e pesados demais os aparelhos com Android mais sofisticados à venda no país, como o Samsung Galaxy S, o Motorola Milestone 2 e o X10, da própria Sony Ericsson.

A R$ 649, ele não é exatamente uma pechincha (o preço diminui quando a compra é atrelada a um plano de uma operadora), mas o valor, ao menos, não chega aos quatro dígitos que costumam separar os smartphones dos consumidores brasileiros.

Embora pequenino, o X8 tem poder suficiente para prover uma experiência de uso com poucos engasgos. O game Angry Birds, por exemplo, roda tranquilamente.

A deficiência mais grave do aparelho é a falta de multitoque -não é possível dar zoom em sites e no Google Maps fazendo o movimento de pinça com os dedos.

Como não há teclado físico, é preciso usar o teclado virtual, que acaba por ocupar metade da diminuta tela de três polegadas.

A versão do Android é a 2.1, duas gerações abaixo da mais recente, a 2.3.

Sem pretensões revolucionárias, o X8 aponta para um futuro em que até os celulares mais modestos serão smartphones.

Twitter não fala português

Twitter faz versões em outros idiomas; português não está incluso.

O Twitter anunciou o lançamento da versão do serviço de microblogs em outros idiomas. O anúncio foi feito por meio do blog oficial da companhia.

O português, contudo, não está incluso e deve vir "no decorrer do ano".

"As traduções serão feitas do produto em si, não dos tuítes. Se você for à página de configurações do Twitter e mudar o seu idioma, você vai ver o que nós queremos dizer", diz o comunicado.

Os idiomas adicionados serão indonésio, russo e turco.

O Twitter já oferecia a plataforma em inglês, francês, alemão, italiano, japonês, coreano e espanhol.

De acordo com uma pesquisa da empresa Sysomos divulgada em janeiro, o Brasil vem em segundo lugar entre os países usuários do serviço de microblogs, com 8,79%.

O país de língua portuguesa só fica atrás dos Estados Unidos, cuja percentagem de usuários corresponde a 50,88%.

Internet ultrarrápida (100mbps) em todo o Paraná






A Copel (Companhia de Energia do Paraná) anunciou nesta segunda-feira que vai entrar no mercado de banda extra larga na internet. A velocidade de transmissão oferecida pela empresa será de 100 mbps (megabytes por segundo).

Nesse nível, a transmissão de dados (voz, vídeo e textos) ocorre sem interrupções.

O serviço já é ofertado no Brasil por companhias telefônicas e TV a cabo. A empresa de energia tem planos de tornar o Paraná o primeiro Estado a ter cobertura 100% digital de internet em todos os municípios.

Para isso ocorrer, a direção da estatal vai contar com uma infraestrutura própria de 17 mil quilômetros de cabo de fibra ótica.

A rede é usada para serviços de telecomunicações das unidades da Copel em 240 dos 399 municípios do Estado e será aproveitada no novo serviço de banda larga.

A meta é interligar todas as cidades por fibra ótica até o final de 2012 e proporcionar conexão pela internet ultrarrápida até o fim de 2014.

Inicialmente, o serviço de banda extra larga, batizado de BEL-100, será fornecido a clientes empresariais e instalado nas repartições públicas do governo estadual.

Os valores das taxas pagas pelos clientes não foram divulgados. A previsão é de que o serviço seja estendido para clientes residenciais a partir de 2012.

A forma de cobrança será feita mediante o nível de consumo de dados do cliente, como ocorre com faturamento da energia, por exemplo.

O presidente da Copel, Lindolfo Zimmer, disse que serão investidos R$ 100 milhões no projeto para interligar escolas, órgãos públicos e clientes empresariais. O serviço começará por Curitiba, a partir de amanhã, com a interligação de um prédio de 120 salas.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nokia e Microsoft: O que já era bom vai ficar melhor...


Os cavaleiros do apocalipse já estão disseminando que a união da Microsoft com a Nokia é o fim do mundo. Ou que a Nokia perdeu e vai ser enterrada de vez. Eu costumo dizer que o mundo é Windows. Sistema natural que caiu no gosto e no uso de todos e por isso é o mais usado no mundo. Agora que o povo já está escolado e já aprendeu com o Windows, está experimentando outros sistemas e vendo que é bom.

Se esquecem ou nem sabem que antes ao ligar um computador tinhamos de digitar comandos. Saber mesmo. Algo assim:

a:> DIR

c:> Copy a: to b:

c:> Print file "blog.txt

c:> Cls

Mas o Windows veio primeiro e facilitou a nossa vida e mesmo assim existem aqueles que ainda acham difícil manusear um computador. Pois, são pessoas que não lêem manual, não se informam de nada e querem saber dominar uma coisa fácil, mas que necessita de no mínimo uma leitura.

Os animais aprendem sobre como usar as habilidades para sobreviver, comer, caçar, brincar e porque nós humanos não aprendemos?

Casamos sem manual, temos filhos sem manual, compram carros e não lêem os manuais, compram TVs de LCD mas são incapazes de folhear o manual. Tudo vem que pode simplesmente ligar na tomada, conectar a antena e apertar ligar. Mas e as outras funções? Para que os técnicos passaram dias pesquisando e desenvolvendo novos recursos para uns sapiens não utilizá-los?

Lembro-me de um comercial da Philco que reduziu os botões do controle remoto a apenas 5:
1) Ligar/Desligar
2) Canal para cima
3) Canal para baixo
4) Volume aumenta
5) Volume abaixa

Eu vejo com bons olhos essa união. E acredito ter um futuro muito promissor. A Microsoft não está de brincadeira.

Haja vista o sucesso do XBox frente ao Playstation da Sony, Windows XP e Seven e o Office que todo mundo usa.

Vida longa e próspera para Microsoft e Nokia!


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Leite - Só coisa Boa

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O leite é uma ótima fonte de cálcio, proteínas, vitaminas A, D e E, além de possuir uma boa quantidade de vitamina B12 - que auxilia no funcionamento do sistema nervoso. O seu consumo é recomendado em todas as fases da vida, apenas sendo excluídos deste grupo as pessoas com intolerância à lactose, um dos açúcares naturais da bebida. A seguir, saiba mais sobre o nosso primeiro alimento.

1)Leite ajuda a combater a osteoporose

Osteoporose é uma doença que atinge os ossos, tornando-os mais frágeis e sujeitos a fraturas. Faz parte do processo de envelhecimento, é mais comum nas mulheres do que nos homens. Fazer exercícios físicos regularmente e adotar uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leites e derivados, ajudam a prevenir a doença.
2)Leite é um ótimo hidratante

Estudos recentes descobriram que o leite é um ótimo repositor de líquidos, superando "concorrentes" como os isotônicos e a própria água. Além de fornecer ao organismo uma considerável dose de cálcio, auxilia a manter e a repor a massa óssea do nosso corpo. Estudos recentes descobriram que ingerir leite após a prática de exercícios físicos tem efeitos positivos na regeneração, construção e hidratação dos músculos.

3)Chocolate não tira o efeito do leite

O leite aromatizado com chocolate mantém os 9 nutrientes essenciais do leite puro: cálcio, potássio, fósforo, proteínas, riboflavina, niacina e vitaminas A, D e B12. Sendo assim, ele é uma ótima
alternativa aos refrigerantes.

4)Leite não engorda

Estudos do National Dairy Council demonstraram que a ingestão de alimentos ricos em cálcio, tais como leite, queijos ou iogurte, contribui positivamente para a nossa saúde. Um experimento clínico realizado em adultos obesos demonstrou que a ingestão adequada de produtos lácteos, em particular, o cálcio e a vitamina D do leite, acelera a perda de gordura e peso corporal. O cálcio ajuda a normalizar o metabolismo inibindo a produção de cortizol, um hormônio que pode acumular gordura, principalmente, n o abdome.

5)Café tira as proteínas do leite


O café contém substâncias que interferem na absorção do cálcio contido no leite, ou seja, o famoso café com leite é uma mistura pouco e caz. Após ter ingerido uma porção de leite ou derivados (iogurte, requeijão etc.), recomenda-se esperar uma hora para tomar um café.
6)Leite quente auxilia no sono

O leite é rico em triptofano, um aminoácido que relaxa os músculos e induz o sono. Portanto, a receita da "vovó", um copo de leite morno antes de dormir, é válida.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Quer agradar? Faça voz doce!

Voz doce transmite empatia

O modo de falar de cada pessoa tem musicalidade, e essa variação de tom e ritmo, conhecida como prosódia, transmite emoções. Um estudo realizado por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia sugere que pessoas com modo de falar mais doce e melodioso estão predispostas à empatia. Por meio de exames de ressonância magnética funcional, os pesquisadores mediram a atividade cerebral de voluntários enquanto falavam ou ouviam vozes com entonações de felicidade, tristeza, interrogação ou neutralidade. Assim descobriram que a área de Broca, que funciona como centro da fala no cérebro, era ativada quando o voluntário ouvia ou falava algo com entonação animada. Participantes com nível mais alto de atividade nessas área apresentavam maior empatia.


Ao contrário do que ocorre com a gramática, a semântica e outras propriedades do idioma, a prosódia é universal entre as culturas e espécies. “Animais de estimação, por exemplo, entendem comandos pela entonação da voz, não pelas palavras em si”, observa a neurocientista Liza Aziz-Zadeh, principal autora do estudo. A pesquisadora explica ainda que a prosódia é essencial para a comunicação social.