quinta-feira, 1 de março de 2012

Nem todo mundo vai de Táxi...

Muitos vão de Android, o iOS, o Windows Phone, o Symbian e o BlackBerry OS...


"Esse iPhone tem Android?".

A dúvida parece piada para quem acompanha tecnologia de perto, mas é uma indicação do crescimento da importância do sistema operacional na escolha de um celular e das dúvidas que isso causa no consumidor.

"Para usuários que estão tendo a primeira experiência com um smartphone, o sistema operacional é importante. Mas, na hora da compra, não é o fator que o cliente leva mais em conta", diz Rodrigo Ayres, gerente de produto da área de celulares da LG.

Ayres explica que, antes de chegar à loja para comprar um smartphone, o consumidor brasileiro pesquisa as especificações técnicas do aparelho, o que pode incluir o sistema operacional. Nas lojas, porém, a aparência do telefone vira o fator determinante.

Hoje em dia, entretanto, smartphones na mesma faixa de preço se equivalem no hardware. Câmera, processador e memória têm diferenças mínimas entre uma marca e outra. Às vezes, até os componentes são dos mesmos fornecedores.

O que faz a diferença é o sistema operacional, o programa central que comanda o aparelho, o cérebro do bicho. Se ele for bom, o aparelho será rápido e fácil de usar. Os principais são o Android, o iOS, o Windows Phone, o Symbian e o BlackBerry OS.

Mais importante, a escolha do sistema operacional determina de onde você vai baixar aplicativos. Cada um desses sistemas é ligado a uma loja virtual, cada uma com suas características próprias.

O Android Market, por exemplo, tem um grande número de programas gratuitos, enquanto a App Store, do iOS, oferece catálogo maior em números absolutos. Nem sempre um mesmo app está disponível em todas as lojas.

A FORÇA DO ROBÔ

No terceiro trimestre deste ano, o Android dominou o universo de smartphones. Adotado por vários fabricantes, o sistema operacional criado pelo Google engoliu 52,5% do mercado global, segundo a consultoria Gartner. No mesmo período de 2010, o número era de 25,3%.

Symbian (16,9%), iOS (15%), BlackBerry OS (11%), Bada (2%) e Windows Phone (1,5%) aparecem em seguida.

Embora não revele números, Bruno Freitas, analista da consultoria IDC, diz que os dados nacionais acompanham os globais. "O Android tem mais de 50% do mercado brasileiro de smartphones e o iOS, cerca de 10%."

Segundo a Gartner, entre os fabricantes, o mercado nacional de smartphones ficou dividido entre Nokia (29,4%), Samsung (18,5%), RIM (15,4%), Apple (11,2%), LG (10,1%) e outros (15,4%) -2,3 milhões foram vendidos no terceiro trimestre de 2011.

Raios ascendentes são registrados no Brasil



O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) capturou pela primeira vez imagens de raios ascendentes no Brasil.

Quatro raios ascendentes que tiveram início a partir de uma das torres situadas sobre o Pico do Jaraguá, na cidade de São Paulo, foram registrados em um intervalo de apenas 20 minutos. Eles foram gravados com uma câmera rápida de velocidade de 4000 quadros por segundo. Estas observações poderão contribuir para aperfeiçoar as normas de proteção contra raios no país.
Este equipamento, que captura até 400 quadros por segundo foi o objeto utilizado para o registro dos raios ascendentes

"Esta é a primeira comprovação de ocorrência de raios deste tipo no Brasil", afirmou Marcelo Saba, pesquisador do ELAT/INPE e responsável pelas observações.

O registro de quatro raios ascendentes foi algo que chamou a atenção dos pesquisadores. Este é um número muito alto ainda mais quando considerado o pequeno intervalo de tempo. Para se ter uma noção comparativa, no Empire State Building, que foi construído com mais de 100 metros na cidade Nova York, ocorrem em média 26 raios ascendentes por ano.

A grande maioria dos raios (99%) é nuvem-solo, ou seja, raios que se originam nas nuvens e chegam ao chão. Apenas 1% dos raios é ascendente - partem de algo na superfície. Esses percentuais apenas se alteram em locais específicos, construções muito altas, onde o número de raios ascendentes pode superar os raios nuvem-solo.

Os raios ascendentes são em geral artificiais, no sentido de responder às alterações ambientais produzidas pela atividade humana. Eles se originam devido a construções elevadas, como torres de telecomunicação, ou pára-raios de edifícios altos.

Os pesquisadores afirmam que estudos poderão estimar qual a freqüência e quais as condições (como a altura das estruturas e os tipos de nuvens e tempestades) para que o fenômeno ocorra. A pesquisa também poderá aprimorar os sistemas de detecção de descargas atmosféricas que monitoram a incidência de raios no Brasil.

Em alguns países, como o Japão, raios ascendentes têm trazido grandes prejuízos quando atingem turbinas de geração eólica, e em um cenário em que este tipo de geração de energia tem grandes chances de expansão e aplicação no Brasil, torna-se relevante intensificar as pesquisas no país que apresenta a maior incidência de raios do mundo.

Poucos países possuem imagens deste fenômeno, entre eles os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e a Áustria. Ainda assim, há pouco conhecimento sobre a física e as características dos raios ascendentes, o que torna este registro ainda mais importante para as pesquisas.

Sol: explosões solares dobram de tamanho e podem causar interferência na Terra

Duas manchas solares que praticamente dobraram de tamanho nos últimos dias pode originar uma série de explosões solares em direção à Terra.

O Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa (agência espacial dos EUA), registrou a alteração recente na região conhecida como 1416.

Não se sabe qual será o potencial do fenômeno, mas alguns cientistas dizem que as explosões solares poderiam ser de média intensidade e sentidas nas regiões polares, com pequenas interferências nos sistemas de comunicações.

As explosões não colocam em perigo os seres humanos.

Mas afinal, o que são as manchas?


CONHECIDAS DESDE A ANTIGUIDADE, sua origem já foi erroneamente atribuída a nuvens, pequenos planetas perto do Sol e até mesmo montanhas em sua superfície. Hoje sabe-se que estão intimamente relacionadas ao campo magnético do Sol, cuja intensidade média é de 1 Gauss, mas pode atingir milhares de Gauss próximo às manchas.

O Sol não é um corpo rígido. Formado sobretudo por gás hidrogênio na forma de plasma (uma espécie de gás ionizado), o Sol tem uma rotação diferenciada em função da latitude. Uma região equatorial leva cerca de 26 dias para completar uma volta, enquanto próximo aos pólos a rotação pode chegar aos 30 dias.

Provavelmente esta é a principal causa das manchas. A cada rotação as linhas do campo magnético do Sol aproximam-se mais e mais uma das outras, arrastando consigo o plasma. Chega um momento em que as linhas se reconectam, com tremenda liberação de energia. Ocorre então a expulsão de matéria da fotosfera (a camada visível do Sol) na direção das linhas de campo magnético.

Ocorre então a expulsão de matéria da fotosfera (a camada visível do Sol) na direção das linhas de campo magnético. As regiões em que os laços magnéticos saem e retornam à fotosfera possuem polaridades magnéticas opostas e nelas surgem as manchas solares, com temperatura média de 4.300K (contra os usuais 6.000K nas regiões ausentes de manchas).

Na verdade as manchas não são negras. Elas possuem uma coloração avermelhada, parecendo escuras apenas por causa do contraste com as regiões vizinhas.


As manchas solares podem surgir isoladas ou em grupos, quando então o campo magnético associado é bem mais intenso. Os grupos de manchas ressurgem em intervalos de cerca de 11 anos, período conhecido como ciclo solar.

O tamanho das manchas varia bastante, sendo geralmente maiores que o nosso planeta. Elas são medidas em termos de milionésimos da área visível do Sol. Uma mancha é considerada grande quando mede entre 300 e 500 milionésimos do disco solar. A maior já registrada foi em 1947, com 6.132 milionésimos, ou quase 1/7 do disco solar.

Rede social Badoo usa jeitinho brasileiro


Que tal uma rede social que é uma "balada virtual"?

"Você vai lá com a intenção de encontrar aquele alguém especial, mas é possível que você conheça novos amigos ou um bom parceiro de dança", explica Alice Bonasio, diretora de marketing do Badoo.

Apesar de não estar na ponta da língua dos brasileiros como o Twitter e o Facebook, o Badoo tem 10 milhões de usuários no Brasil (e cerca de 130 milhões no mundo).

O serviço britânico sofreu modificações por causa do "jeitinho brasileiro", segundo a diretora. "A personalidade divertida e casual de vocês nos ajudou a moldar o Badoo", diz Alice.

Ela estará presente no Social Media Week, evento sobre mídias sociais que acontece pelo terceiro ano em São Paulo, para debater sobre conteúdo geolocalizado para redes sociais.

Philips pode ter sofrido um ataque hacker


A Philips afirmou nesta terça-feira que desligou um de seus servidores na segunda-feira por causa de uma possível invasão e que estava investigando a natureza e a extensão da informação que teria sido acessada.

O porta-voz da Philips, Steve Klink, não pôde confirmar se qualquer informação pessoal de clientes ou dados sensíveis da companhia foram colocados em risco.

"Não é prudente fazer qualquer comentário até que nós cheguemos ao fundo deste assunto e completemos a investigação", disse Klink.

O grupo holandês de bens de consumo, iluminação e de produtos de saúde divulgou um curto comunicado em sua página na Internet, afirmando que alguns de seus sites usados para marketing teriam sido atacados na segunda-feira.

A Philips disse que uma hora depois de ter ciência do evento, o servidor comprometido foi desligado.

Juiz descumpre Lei Estadual do PR e recorre à Bíblia para negar indenização por espera em banco

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O juiz Rosaldo Elias Pacagnan, do 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Cascavel (PR), recorreu à Bíblia e a um personagem de histórias em quadrinhos para rejeitar uma ação movida por um advogado que pretendia ser indenizado pelo banco Bradesco por esperar 38 minutos na fila de atendimento.

"Tudo tem seu tempo determinado", sentenciou o juiz, citando o texto bíblico de Eclesiastes. "Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou". Na sentença, o magistrado emendou: "Há tempo de ficar na fila, conforme-se com isso".

Para Pacagnan, "o dano moral não está posto para ser parametrizado pelos dengosos ou hipersensíveis". Ele afirmou isso porque o autor colocou na petição que qualquer ser humano com capacidade de sentir emoção "conseguirá perceber que não estamos diante de mero dissabor do cotidiano" ao se referir à demora do atendimento.

O magistrado reconheceu que a demora causou estresse, perda de tempo, angústia e até ausência para a realização de necessidades básicas, mas afirmou que desde que ele --o próprio juiz-- se "conhece por gente", se considera bem humano e não tem redoma de vidro para protegê-lo. "Aliás, o único sujeito que conheço que anda com essa tal redoma de vidro é o Astronauta, personagem das histórias em quadrinhos do Maurício de Souza; ele sim, não pega fila, pois vive mais no espaço sideral do que na Terra", diz a sentença.

As filas, segundo o juiz, integram o cotidiano e são indesejáveis, porém, toleráveis. "Nem tudo pode ser na hora, pra já, imediatamente, tampouco em cinco ou dez minutos! Nem aqui, nem na China", escreveu.

Pacagnan disse ainda, na sentença, que o Poder Judiciário está sendo entupido "com a mania de judicializar as pequenas banalidades".

LEGISLAÇÃO

No Paraná, a Lei Estadual 13.400/2001 estabelece um limite máximo de 20 minutos para o atendimento em agências bancárias. Nas vésperas e após feriados, o prazo se estende para 30 minutos. A lei também vale para espera em caixas de supermercados.

As denúncias devem ser feitas no Procon e podem render multas que variam de mil a 10 mil UFIRs (Unidade Fiscal de Referência).

O advogado Éden Osmar da Rocha Junior disse que vai recorrer da sentença.

"Apesar de ser um bom juiz, que dá sentenças bem fundamentadas, desta vez ele não foi feliz", disse.

Barca Rio-Niterói aumenta 60%: Passar de R$2,80 para R$4,50



Manifestantes se reuniram hoje nas estações das barcas que fazem a travessia entre as as cidades de Rio e Niterói em protesto contra o reajuste das tarifas do meio de transporte. A partir de sábado, a passagem sobre de R$ 2,80 para R$ 4,50, um reajuste de 60,7%.

Além das manifestações, acompanhadas por policiais militares, houve filas para quem tentou se inscrever no programa de bilhete-único. Nele, o bilhete custa R$ 3,10.

O valor do reajuste está acima de qualquer outro indicador econômico, que, em tese, teria impacto direto no preço do serviço prestado.

Considerando que todos os usuários do serviço estão cadastrados no programa de bilhete único, o que não é efetivamente uma realidade, o aumento seria de 10,7%.

A empresa alega que há dois motivos para a alta.

A primeira é um estudo encomendado pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp). O levantamento aponta que a empresa Barcas S/A acumulou prejuízo de R$ 106 milhões de 2003 a 2008.

O documento foi submetido ao governo do Estado, que homologou o aumento da tarifa. O estudo concluiu que a estrutura tarifária do contrato de concessão, que data de 1998, não estava compensando os custos de operação das barcas.

O segundo motivo alegado pela empresa é que desde setembro de 2009, quando a tarifa passou de R$ 2,50 para R$ 2,80, não há reajustes.

De acordo com os organizadores da manifestação que aconteceu no final da tarde na Praça 15, centro do Rio, 500 pessoas levantavam cartazes contra o aumento. Para a PM, não passavam de 200.

"A recomendação é acompanhar o movimento. Vamos agir se houver depredação ou os passageiros forem impedidos de entrar nas barcas", afirma o tenente da PM Renato Leal.

Na quarta-feira à noite, a Justiça concedeu uma liminar para a Barcas S.A, concessionária do serviço, proibindo o PSOL de incitar manifestações que possam levar à depredações. Caso ocorra o descumprimento da decisão, o partido pagará R$ 5 milhões.

Na manifestação havia bandeiras de vários partidos políticos, inclusive do PSOL.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Governador diz que policiais em greve em Salvador cometem crimes

Se o Salário está baixo (R$3.137,63) larguem as tetas do governo, vão estudar, fazer uma faculdade e trabalhar na iniciativa privada. Vocês são livres para fazerem o que quizerem, mas não greve. Vocês só querem os bônus? E o ônus ficam com a gente?






O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), disse em entrevista coletiva que os policiais militares em greve cometeram crimes que estão acontecendo em Salvador desde que a paralisação começou, na última terça-feira (31).

O petista afirmou que os grevistas estão promovendo "banho de sangue" na cidade para amedrontar a população.
O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra), Marcos Prisco Caldas Machado, vice-presidente da Associação Nacional dos Policiais.

Desde que a paralisação foi decretada, entre terça e hoje, houve pelo menos 59 homicídios em Salvador e região metropolitana --quase o dobro do registrado nos mesmos dias da semana passada. Além disso, houve saques a lojas e supermercados.

"Parte dos crimes pode ser parte da própria operação montada. A tentativa de criar um clima de desespero para fazer a autoridade do governo do Estado sucumbir ao movimento", disse o petista.

"É tentativa de guerra psicológica. Parte disso é cometida por ordem dos criminosos que se autointitulam líderes do movimento", afirmou.

Ao negar que pretenda autorizar a invasão da Assembleia Legislativa, onde os grevistas estão acampados, Jaques Wagner atribuiu as mortes a grevistas.

"[Possibilidade de invasão da Assembleia] é mais uma tentativa de achar adesões e provocar pânico. As pessoas estão falando em banho de sangue. Só se for de lá para cá, aliás, algum banho de sangue já foi promovido por eles na cidade."

O governador subiu o tom e disse que não vai se dobrar ao "crime organizado" e que não vai anistiar policiais envolvidos em atos de vandalismo.

Hoje ele disse que os 12 mandados de prisão concedidos pela Justiça são contra líderes do movimento e contra policiais identificados em atos de vandalismo, como os que furaram pneus de ônibus ou de carros de polícia.

"Não vejo como anistiar ou perdoar quem cometeu crime de vandalismo ou de ameaça de morte. Não tem acordo comigo", declarou Wagner, que completou: "Não é possível que governadores sejam ameaçados por policiais com arma em punho".

MILITARES NA RUA

Na mesma entrevista coletiva, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, disse que o contingente de 3.000 homens das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança mandados para garantir a lei e a ordem na Bahia é o maior já deslocado a um Estado.

"Tenham certeza que a cidade pode ficar na tranquilidade porque teremos Forças Armadas em condições de garantir a segurança de Salvador e de todo o Estado da Bahia", disse.

Brasil Caro: Azaléia/Vulcabrás demite 9 mil funcionários e transfere fábrica para Índia e Guatemala.

Na face das pessoas expressões de incertezas e dúvidas.




A Doublexx, fabricante de calçados com sede em Estância Velha e unidades em Boa Vista do Buricá, Horizontina e Humaitá, no Rio Grande do Sul, encerrou as atividades nesta segunda-feira. Com o fechamento, quase 600 pessoas foram demitidas nas quatro plantas industriais, além de outras 130 que já haviam sido afastadas entre outubro e dezembro do ano passado, disse hoje o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Calçados de Estância Velha, Davi Silveira.

Conforme o sindicalista, a Doublexx desativou as fábricas gaúchas depois de transferir a produção para uma nova unidade, na Guatemala, ao longo do ano passado.

Em entrevista ao jornal "Zero Hora" publicada nesta terça-feira, a advogada da empresa, Adriana Müller, disse que a medida foi tomada devido a "dificuldades financeiras" enfrentadas pela fabricante. Procurada pelo Valor, ela não estava disponível para comentar o assunto.

A migração de bases produtivas da indústria calçadista para a América Central não é novidade, pois a região oferece mão de obra mais barata e de lá as empresas arcam com menos impostos para exportar para Estados Unidos e Europa. Em 2010 a Schmidt Irmãos, de Campo Bom (RS), transferiu a produção anual de cerca de 4,5 milhões de pares para a Nicarágua. No mesmo ano, a Paquetá, de Sapiranga (RS), também abriu uma unidade na República Dominicana, para onde levou boa parte de sua produção anual superior a 10 milhões de pares.

Segundo Silveira, só em Estância Velha a Doublexx produzia cerca de 1 milhão de pares por ano, destinadas ao mercado externo. As dívidas trabalhistas com os funcionários demitidos na cidade ficam entre R$ 850 mil e R$ 900 mil e o sindicato já ingressou com ação na Justiça do Trabalho pedindo arresto de bens da empresa para garantir a quitação dos débitos.
Vulcabras Azaleia demitiu 8,9 mil em 2011

Outra grande fabricante gaúcha de calçados que fechou unidades e dispensou funcionários é a Vulcabras Azaleia. A companhia confirmou hoje a demissão de quase 8,9 mil funcionários durante o ano passado, quando também fechou uma fábrica em Parobé, no Rio Grande do Sul, e outras seis unidades fabris na Bahia. Atualmente, a Vulcabras Azaleia conta com 36,2 mil trabalhadores distribuídos em 18 fábricas no Brasil e uma na Argentina.

Conhecida no mercado como uma grande defensora de medidas antidumping para calçados chineses, a Vulcabras Azaleia fechou uma parceria para produzir seus calçados na Índia. Nos últimos nove meses, a receita líquida da companhia caiu 35%, somando R$ 1,1 bilhão. A companhia fechou os nove primeiros meses de 2011 com prejuízo de R$ 146,8 milhões contra um lucro de R$ 91,5 milhões no mesmo período de 2010.

Brasil está entre os líderes da 'onda social'




Além de indicar que mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas chamadas mídias sociais, estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países, indica que essa tendência é liderada por empresas dos mercados emergentes.


Em geral, entre os representantes de organizações ouvidos na pesquisa, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.

"Os mercados emergentes parecem estar percebendo mais rapidamente que as redes sociais oferecem uma oportunidade de relativo baixo custo para superar a concorrência em mercados desenvolvidos", avalia Malcolm Alder, sócio da área de Economia Digital da KPMG na Austrália.

Tendo como base uma pesquisa realizada com quase quatro mil pessoas, entre gerentes e profissionais de empresas dos principais mercados ao redor do mundo (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia), a pesquisa também descobriu que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social.

Por exemplo, apenas 13% daqueles que indicaram não ter nenhuma iniciativa voltada às mídias sociais disseram acreditar que aderir à “onda social” poderia ter influência sobre o perfil público da organização, ou gerar ganhos produtivos. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido pessoalmente, ou por levantamentos da própria organização, benefícios apurados em razão da atuação nesses espaços virtuais.

"Com mais de 80% dos entrevistados citando benefícios, parece claro que aproveitar as vantagens das mídias sociais deve ser um imperativo organizacional", acrescenta Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.

"Em vez de enxergar nas redes sociais riscos abjetos, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar. Não se engane, há riscos a serem considerados, e ninguém deve entrar nas mídias sociais sem ter pensado em um modelo de governança associado", completa o executivo.

No levantamento, o Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa de suas empresas nas mídias sociais. Das organizações brasileiras consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram já ter iniciativas ligadas a estes novos meios de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%). Atrás do Brasil aparecem Canadá (51%); Reino Unido (48,2%); Alemanha (42,7%); Suécia (41,7%); Austrália (41,6%); e Japão (27,5%).

“O fenômeno das mídias sociais é especialmente notável aqui no Brasil, e as empresas perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. É interessante notar também que o consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações, pois os riscos de imagem envolvidos são consideráveis”, afirma Tim Norris, diretor da área de Performance & Technology da KPMG no Brasil.

Proibir. Pra quê?

O relatório também apurou que as organizações que restringem o acesso de seus profissionais às redes sociais podem estar investindo em uma “batalha perdida”. Um terço dos funcionários de empresas em que o acesso a redes sociais é bloqueado disse que não apenas estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em “burlar os sistemas de proteção” de seus equipamentos de trabalho para “saciar suas necessidades nas redes”.

A satisfação no trabalho e o engajamento dos funcionários também são afetados pelo acesso aos meios de comunicação social: 63% dos funcionários de organizações que têm políticas abertas de acesso a mídias sociais disseram que estavam satisfeitos em seu trabalho, contra apenas 41% daqueles que tiveram seu acesso restrito.

“Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o seu uso pelos empregados", avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica. "De fato, a pesquisa mostra que, ao restringir ou bloquear o acesso, muitos funcionários tendem a transferir suas atividades em redes sociais para os seus dispositivos pessoais, que muitas vezes são menos seguros e sobre os quais não há qualquer controle."

Diante desse cenário, a maioria das organizações indicou que desenvolve políticas específicas ou apresentou um conjunto informal de expectativas para que seus profissionais se engajem nas mídias sociais. O relatório também mostra que mais da metade das organizações oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.

Sobre os controles adotados, enquanto quase 60% dos gerentes disse que suas organizações monitoram o uso que os profissionais fazem das redes sociais, apenas 40% dos funcionários estavam cientes desse cuidado das empresas. "A adoção de políticas claras, práticas e concisas, apoiadas por uma formação adequada, deve ser uma prioridade na agenda dos gestores para dar aos empregados a confiança para que sejam ativos e produtivos nas mídias sociais, ao mesmo tempo em que são reduzidos os riscos por conhecerem os limites dentro dos quais eles devem agir", observou Malcolm Alder.

O estudo da KPMG Going Social: How businesses are making the most of social media (Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) é baseado em uma pesquisa com 1.850 gerentes e 2.016 funcionários de empresas de dez países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia). A pesquisa foi aplicada em formato on-line entre os meses de abril e maio de 2011

Venda sua casa no Brasil e compre outra melhor, um carro novo e ainda aplique o resto do dinheiro: Nos EUA, Chile, México, Europa, Nova Zelândia...

É possível comprar imóvel em Miami por 65 mil dólares (R$111.600,00)

Piscina em condomínio em Miami: preço das casas parte de 65 mil dólares

De um lado, o estouro da bolha imobiliária na crise de 2008 provocou uma queda vertiginosa no preço dos imóveis em Miami. De outro, a valorização do real nos últimos anos aumentou o poder de compra dos brasileiros no exterior. Responsável por turbinar o número de estrangeiros com apartamentos de veraneio na ensolarada cidade da Flórida, a combinação também abriu portas para quem busca ganhar dinheiro com a desvalorização imobiliária, comprando casas que custam a partir de 65.000 dólares – aproximadamente 104.000 reais.

A ideia é que o investidor vire proprietário de imóveis já alugados, conseguindo faturar por duas frentes. De imediato, será possível embolsar o valor do aluguel pago pelo inquilino norte-americano, um retorno anual líquido de 7% a 8% sobre o preço do imóvel, superior ao rendimento da poupança no Brasil. No longo prazo, a expectativa é que as casas também se recuperem do desconto sofrido com a crise de 2008, ficando até 45% mais caras.

Presidente do The Solution Group (TSG), incorporadora que atua na compra e venda de casas subavaliadas, Camilo Lopez afirma que cerca de 50 mil famílias em toda a Flórida passaram de donas a inquilinas desde a quebra do Lehman Brothers. Apertada a torneira do crédito, muita gente optou por entregar o imóvel ao banco, já que os preços derreteram, mas os financiamentos permaneceram caros, com as parcelas acordadas no auge da especulação imobiliária.

As famílias passaram a alugar e as incorporadoras entraram em cena, garimpando achados no mercado e suprindo a nova demanda. Nos últimos 16 meses, a TSG adquiriu 628 propriedades, uma compra estimada em 90 milhões de dólares. Além de revender os imóveis aos clientes interessados, a empresa se encarrega da cobrança do aluguel, recolhimento de tributos e até de desalojar o inquilino em caso de necessidade.

“Vendemos imóveis por cerca de 850 dólares o metro quadrado. Se fossem construídas do zero com os mesmos materiais, o gasto seria de 1.650 dólares por metro quadrado”, afirma Lopez. Ele reforça que ao contrário dos imóveis comprados pelos brasileiros para o lazer, essas casas ficam em condomínios fechados em bairros mais afastados, atendendo à classe média baixa de Miami. Engana-se, contudo, quem pensa que os imóveis são de baixo padrão.

“São casas com acesso à infraestrutura do condomínio, com piscina, sala de ginástica, dois a três quartos, mais de 100 metros quadrados, ar condicionado instalado e armários nas cozinhas”, diz Gabriela Haddad, fundadora da Halmoral Group, empresa que assessora a venda das casas da TSG ao público brasileiro.

Construída sobre um terreno de 910 metros quadrados e a 45 minutos do centro de Miami, uma casa vendida por 74.200 dólares (118.000 reais) rende um aluguel bruto de 950 dólares. Descontada a taxa de condomínio, administração e impostos, o ganho é de 462 dólares mensais. No longo prazo, a expectativa é que o novo proprietário também consiga embolsar um bom lucro na revenda. Antes da crise, o mesmo imóvel chegou a ser avaliado em 219.000 dólares (349.000 reais). Para a TSG, o valor justo da casa é de 150.150 dólares.

Brasil

Abaixo da linha do Equador, conseguir um imóvel do mesmo preço e padrão é um desafio e tanto para o brasileiro. Na favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo, as casas mais bem localizadas chegam a custar 200.000 reais.
Brasil

Brasil

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Porque o Blog atrai tantos visitantes da Moldávia?


Os Moldovios ficaram em 3 lugar no ranking de visitas. Sendo que o português deve ser uma lingua falada por quase ninguém:

População total: 4,335,400.



No fim da Segunda Guerra Mundial, a Moldávia, que foi incorporada à Romênia no passado, tornou-se parte da União Soviética. Em 1991 a Moldávia conquistou independência da União Soviética. Entretanto, forças russas ficaram no país para dar apoio ao povo eslavo, predominantemente russos e ucranianos, que anunciaram uma república da “Transnístria”. A Moldávia, um dos países mais pobres da Europa, elegeu um comunista como seu líder em 2001.


População: 4.324.450 (julho de 2008)

Alfabetização: 99,1% (2005)

Maiores cidades: Chisinau

Área: 33.843 km²

Coordenadas: 47 N, 29 L.

Fronteiras: cercada pela Romênia e Ucrânia


A Moldávia é um dos países mais subdesenvolvidos da Europa, apesar de seus desenvolvimentos econômicos recentes. A economia depende fortemente do tabaco, vinho, legumes e frutas. O país importa a maior parte de seus recursos energéticos, especialmente da Rússia. Os desafios enfrentados pela economia incluem um clima agrícola pobre, altos preços de combustíveis e a falta de investimento estrangeiro.

Indústrias: açúcar, petróleo vegetal, processamento de alimentos, maquinaria agrícola, equipamento de fundição, refrigeradores e freezers, máquinas de lavar, meias em geral, sapatos, têxteis

Índice de desemprego: 2,1%. Nota: aproximadamente 25% dos moldávios em idade produtiva estão empregados no exterior (2007).

População abaixo da linha de pobreza: 29,5% (2005).

Exportação: óleo, produtos alimentícios, têxteis, maquinaria.

Importação: produtos minerais e combustíveis, maquinaria e equipamento, químicos, têxteis.

Câmbio!

Fiat Strada fabricada no Brasil e vendida na Itália custa a metade da vendida aqui


A Fiat lançou na Europa a versão atualizada da picape Strada três anos após apresentar o modelo no Brasil. A versão europeia é equipada com o motor diesel 1.3 Multijet 16V que desenvolve 95 cv e que atende as normas Euro 5. Oferecida em três versões, Working, Trekking e Adventure, com cabine simples, estendida ou dupla, a nova picape parte de € 12,9 mil (R$29.606,00) para a versão de entrada até € 16 mil (R$36.721,00) a topo de linha. A nova Strada lançada na Europa é produzida na planta brasileira de Betim, MG.

O destaque é a versão Strada Working cabine dupla, novidade para o mercado europeu, que permite o transporte de quatro pessoas mantendo a capacidade de carga entre 630 kg e 705 kg e reboque de até uma tonelada.

Como itens de série, a picape tem computador de bordo, freios ABS e regulagem manual interna dos espelhos retrovisores desde a versão mais básica. Na intermediária, o modelo ganha regulagem de altura para o volante e na versão topo de linha foram adicionados ar-condicionado, faróis de neblina e rodas de liga leve de 15 polegadas.

Mesmo sendo os MAIS CAROS DO MUNDO Brasileiros continuam comprando muito carro


Venda de carros terá o melhor janeiro da história

As vendas de carros e comerciais leves vão bater um novo recorde em janeiro. As vendas diárias até a última sexta-feira já são consideradas as melhores da história para o primeiro mês do ano: foram vendidos nos 20 primeiros dias úteis do mês 11.250 unidades por dia, contra 10.946 de janeiro do ano passado.

Faltando dois dias úteis para encerrar o mês, hoje e amanhã, as vendas já atingiram 225 mil unidades, e podem chegar a 255 mil até quarta-feira, com 11,5 mil/dia. Mesmo que não atingir esse número, já é certo que este será o melhor janeiro da história.

A previsão de crescimento em relação a janeiro do ano passado - com base nas vendas até sexta-feira - é de cerca de 10%.

Como em todo mês de janeiro, o ranking por marcas está tendo mudanças importantes. A principal delas é a queda da Fiat e a liderança da GM.

Líder pelo décimo ano consecutivo no ano passado, a Fiat está parcialmente na terceira posição, atrás da Volks, segunda colocada, e da GM, que é a líder até aqui, com 21,1% de participação.

Outra mudança em relação ao ano passado é o crescimento da Nissan, que deve fechar o mês na sexta posição. Em 2011 foi a décima segunda colocada. Mudança também entre as duas principais chinesas, que mudaram de posição: 14ª colocada, a Chery está na frente da JAC.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Musculação com Resultados

Quanto mais massa muscular uma pessoa tem, mais calorias ela queima por dia, mais precisamente 120 a cada 1,4 quilo de músculo. E não precisa se esfalfar na ginástica: dados do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos mostram que basta puxar ferro pelo menos duas vezes por semana para evitar o acúmulo de gordura na região abdominal, o tipo responsável pela barriga de chope, além de hipertensão, diabetes e doenças cardíacas.

"A musculatura forte também protege as articulações, o que diminui as dores e os riscos de lombalgia, artrose e atrite", completa a fisiologista do exercício Claudia Zamberlan, da Body Check Avaliação Física, Nutrição e Médica, em São Paulo.

Outra boa notícia é que os resultados dos exercícios resistidos aparecem rápido: em menos de quatro meses há um aumento de até 10% da massa muscular e da força. Mas dá para agilizar ainda mais esse resultado ao colocar em prática as dicas abaixo - só não esqueça de pedalar, caminhar ou correr por cinco minutos depois da musculação para eliminar o ácido lático, que causa dor durante ou logo após a atividade física.


1. Se a intenção é ficar musculoso, faça os movimentos em velocidade moderada para lenta e dê pausas de dois minutos entre uma série e outra. "Nesse período o músculo se recupera do esforço e o praticante consegue realizar a próxima série com a mesma qualidade da primeira", fala a fisiologista do exercício Claudia Zamberlan.

2. Já se o objetivo é tonificar sem ficar 'grande', o truque é usar pouca carga, fazer os movimentos em velocidade moderada para rápida e um intervalo entre as séries de cerca de 1 minuto. E mantenha o músculo trabalho contraído durante todo o tempo.

3. Para emagrecer, use um pouco mais de carga do que o habitual e descanse no máximo 30 segundos entre as séries.

4. Deixe a parte aeróbica para depois da musculação. "Se fizer antes, como normalmente acontece nas academias, vai achar o treino pesado e o cansaço vai bater mais rápido do que de costume", avisa o personal trainer Eduardo Gurgel, do Rio de Janeiro.

5. O treino estacionou? Experimente mudar a planilha. "Quanto mais variar os exercícios, mais estímulo vai dar às fibras musculares", garante Eduardo Gurgel.

6. Para um abdômen tanquinho, só abdominal não resolve. É essencial também queimar os excessos para que a musculatura trabalhada apareça sob a pele. "Para isso, é preciso fazer atividade aeróbica de baixa a média intensidade, ou seja, de 55% a 70% da frequência cardíaca máxima", avisa o personal trainer Christian Monteiro, do Rio de Janeiro. Para descobrir o número, a pessoa deve subtrair sua idade de 220 e, do total, verificar quanto é 55% e, depois, 70%. O resultado é o número médio de vezes que ocoração deve bater a cada minuto de corrida, caminhada ou pedalada, por exemplo.

7. A forma de se certificar que o exercício está mesmo trabalhando a área desejada é perceber se a musculatura da região está cansada logo depois da série.

8. Nada é tão eficaz para malhar as coxas e os glúteos como o agachamento e os exercícios com caneleiras. "Como eles são mais puxados, faça-os logo no início do treino, quando o corpo ainda está descansado", recomenda Christian Monteiro.

9. Dificultar a execução do movimento é uma forma de potencializar a ginástica. Para isso, invista em barras, caneleiras e halteres, que exigem mais concentração e força para manter a postura correta e levantar a carga. A regra só não vale para os iniciantes, que, por uma questão de segurança, devem se limitar aos equipamentos até adquirirem consciência corporal.

10. Outra dica para quem está começando é fazer de duas a três séries de 15 a 20 repetições com menos carga para não se machucar nem ter que ficar de molho.

11. Sentir-se capaz de fazer duas ou mais repetições ao fim de cada série é sinal de que está mais do que na hora de aumentar a carga.

12. Jamais trave a respiração durante o movimento para não aumentar a pressão arterial. Para ficar mais confortável e até ter a sensação de que o peso ficou mais leve, expire pela boca quando levantar ou empurrar o peso e inspire pelo nariz ao voltar à posição inicial.

"Essa informação não substitue o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”


PERDER A BARRIGA: COMER DE 3H EM 3H AJUDA


Comer de 3h em 3h. Essa é uma regra essencial na alimentação que deve ser respeitada, mas que, com a correria do dia-a-dia, acaba ficando em segundo plano. Apesar de saber a importância desta alimentação fracionada, há quem não saiba por que é tão importante. De acordo com o nutricionista Daniel Chreem, manter a alimentação balanceada neste intervalo ajuda a perder a barriga.

O aumento de número de refeições diárias é importante para mantermos nosso metabolismo funcional, evitar fadigas (em virtude da degradação do tecido muscular), reduzir a lipogênese abdominal e diminuir súbitos aumentos de fome.

“O fracionamento alimentar deve ser realizado respeitando intervalo máximo entre as refeições de 180 a 200 minutos em virtude da redução da liberação do cortisol, hormônio responsável pela manutenção da nossa produtividade energética diária. Porém o custo desta sobrevivência normalmente é inoportuno para nosso organismo”, disse o especialista.

Ficar sem comer não é o correto. Chreem explica que quando uma pessoa passa longos períodos em jejum, o cortisol é liberado em maior escala, pois o corpo entende que existe uma necessidade de glicose momentânea e futura para produção energética e equilíbrio metabólico. “Logo, neste cenário, produzimos energia através da degradação do tecido muscular. Além disso, este hormônio é responsável pelo aumento da formação de massa gorda na região abdominal, ou seja, a famosa barriguinha”, afirmou.

O jejum prolongado faz com que tenhamos mais fome. “Isto ocorre possivelmente além da instalação de uma hipoglicemia, mas também pela crescente liberação de uma substância conhecida como neuropeptídeo Y, que possui papel de aumentar nossa fome”, disse Daniel Chreem.

O nutricionista faz um alerta sobre a diferença entre emagrecer e perder peso, sempre lembrando que a variação na balança depende de uma soma de suas massas (principalmente massa gorda, água e massa muscular). “Pessoas que procuram por dietas muito restritivas, passam horas a fio sem se alimentar ou fecham a boca acabam perdendo peso em demasia de massa muscular e água, enquanto o tecido adiposo pode inclusive estar intacto ou aumentando”, disse.